HERANÇA MALDITA

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HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bastet em Dom Mar 22, 2015 3:07 pm

-Capitulo 1 Convocação

____________________________________________________________________________
(Malpetrim)
Havia se passado uma semana desde o momento em que os aventureiros receberam as cartas os convocando, na mesma convidava seu destinatário a comparecer na Mansão da família Farnwell localizada em Malpetrim, a carta resumia em palavras o individuo em questão e suas habilidades únicas os motivos que os tornara tão especiais ao Lord Will Farnwell. Guiados por alguma razão os aventureiros vão até a mansão Farnwell, uma enorme construção que se destaca em Malpetrim.

Indagando aos cidadões nas redondezas e ruelas da cidade de Malpetrim sobre a familia Farnwell, saberão que os Farnwell são uma família muito rica e influente. Quando chegam ao lugar onde se encontra a Mansão, ficam impressionados com sua arquitetura em estilo elfico, no portão o grupo é recepcionado por um dos muitos criados da casa, que pede a carta como prova de convocação. Logo são conduzidos até a entrada principal da mansão, e sem muita demora o mordomo pede que o grupo deixe suas armas no salão principal antes de adentrar ao escritório do Lord will Farnwell, a frente do grupo estava um velho de porte nobre, suas vestes era do mais fino tecido, no final ele só pediu a grupo para sentar-se para começar a dar suas explicações em uma fala arrastada.

-Pensei que não veria ninguém já se passou uma semana que enviei o convite...Sem muito enrolar eu me chamo Will Farnwell, convoquei vocês para realizarem uma expedição a uma das minhas  propriedades a muito abandonada, ela fica um dia de viajem de Malpetrim, vou lhes dar transporte para seguirem sua viagem, que seja o mais rápido possível, lá eu quero que recuperem um pequeno objeto uma simples caixa de madeira lacrada... Vou lhes dar 2000 To pelo serviço, se aceitarem lhes darei mais informações precisas ...

Lord will Farnwell calou-se a espera do grupo com sua exigências, antes de fornecer mais detalhes.

OFF: Livre para teste, diplomático ou qualquer outro.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Dom Mar 22, 2015 4:07 pm

Amaretsu:

Durante minha estadia no assim dito Deserto da Perdição, aprendi um pouco pelos nativos que estava em um mundo alternativo, pensava que isso era coisa de filme, mesmo de modo relutante demorei para perceber que aquelas pessoas não eram extremistas islâmicos, apenas habitantes do deserto que cultuam um deus que alega querer de volta o que é seu por direito, minha cabeça ainda doi, nunca pensei que uma missão de resgate se tornaria uma jornada bem maior e mais perigosa, os seres miticos em meu mundo como Vampiros, Fadas e Lobisomens entre tantos outros aqui eram reais, precisava cumprir minha missão com o dobro de cautela.

Ao mesmo tempo que tinha que pagar o tributo aos Sar Allan não queria deixar meu capitão e amigos no deserto, tentando reparar o helicópitero se é que tem concerto, com o aval dele vim para essa "caça ao ouro", chegando a esse reino me deparei com Minotauros, ainda acho que são apenas homens com máscaras de touro, observava a tudo e soube que estou em um pais recentemente conquistado por eles e eles são escravocratas e gostam de manter haréns de escravas, me deparei com um deles olhando para minha bunda, eles que não se metam comigo.

Sem alternativas fui conduzida até a mansão e deixei de modo discreto meus pertences, mas ainda mantendo minha armadura. Me sento em uma das poltronas e tiro meu capuz, mas mantenho a parte inferior do meu rosto o tempo todo coberto, cruzo minhas pernas mas sem intenção de seduzir ninguém embora eu tenha um corpo com curvas bonitas.

Tentado dialogar com o Lorde Local:

-Senhor Farnwell, porque sua propriedade estaria abandonada? Culpa dos tais minotauros? Há algo mais que devemos saber?

Em Pensamento:

-Tenho que completar logo essa tarefa, ir até Nova Ghodriann e sair desse sonho ou pesadelo.

OFF: Diplomacia +3 (Atraente).

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Mar 22, 2015 6:13 pm

Haviam poucas informações, Kss não gostava de entrar numa zona de combate sem dados de inteligencia para formular suas estratégias.

- S. Farewell, se deseja o nosso sucesso, deverá responder as perguntas de Amaretsu.

- E ainda, o qual a natureza do que encontraremos por lá?


Última edição por Necromancer Ignaltus em Seg Mar 23, 2015 9:42 pm, editado 1 vez(es)
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Sivanore em Seg Mar 23, 2015 8:19 pm

Aquele homem só poderia estar louco, trazê-los para o castelo para que aceitassem uma missão que não foi mais bem explicada do que o que havia sido dito na carta. De fato, Bassad havia sido tentada pela recompensa generosa e havia se encaminhado para o local afim de obter mais informações sobre a missão – precisava comer, mas não agiria de forma a ferir seus valores, ‘inda que fossem por tentadoras 2000To.

A jovem permaneceria de pé, e ouviria o que os até então desconhecidos tinham a falar, percebendo que eles tinham os mesmos – ou quase – receios que ela. Entretanto, permaneceria em silêncio esperando que as perguntas fossem respondidas.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Heilel em Qua Mar 25, 2015 10:38 am

Faziam semanas, senão meses que Lisianthus não arranjava um contrato para trabalho, sua sorte era ter uma boa educação financeira e, em consequência disso, uma soma razoável de tíbares guardados que a permitiram passar por esses tempos de escassez em segurança.

Recebera a carta do Lorde Farnwell na semana anterior àquela, o primeiro contrato após tanto tempo de molho, seriam muito bem pagos para fazer o que teriam feito por menos, e isso se refletia no otimismo e bom humor, ao menos por parte dela, não poderia afirmar o mesmo quanto a Bearur, que sempre se mostrava um tanto mais pessimista e inclinado à desconfiança se comparado a ela.

Seus cabelos estavam mais sedosos e bonitos do que o habitual, a pele da jovem também aparentava bons cuidados, não que cuidasse da pele, dos cabelos ou do corpo como um todo, Lisianthus era simplesmente uma pessoa incomumente saudável. Comentava com Bearur qualquer coisa sobre o preço das coisas em Malpetrim, e sobre o tempo de descanso ter valido a pena, pois ninguém apreciava uma mulher escoriada e com ar de cansada.

Ao chegar à mansão Farnwell, Lisianthus entregou as armas que levava consigo sem hesitar (apenas carregava uma besta leve e uma adaga), sua mais confiável e poderosa arma não havia sido trazida, raramente levava seu lobo às cidades, uma vez que ele e as multidões dos centros urbanos eram como água e óleo - não se misturavam. Em vez disso, deixara o animal com seu tio, numa fazenda próxima aos muros da cidade, certamente o buscaria quando precisasse de sua força.

Assim que adentraram a casa e o Lorde explicou novamente a tarefa, a garota fitou em silêncio os adornos do ambiente, não dando atenção aos demais que conversavam, para ela pouco importava o que os aguardava mais adiante, estava excessivamente confiante de que o grupo obteria sucesso.

OFF:
Perdoe a demora.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bahamut em Qua Mar 25, 2015 5:55 pm

Ao se dirigir até a mansão, Trent se pergunta novamente porque estava aceitando aquele tipo de trabalho. O ronco no seu estômago logo o fez lembrar um dos motivos. Dividir os seus recursos obtido como mercenário com os menos afortunados, pagar para manter uma rede de contatos minimamente confiável (eles eram indispensáveis para os seus objetivos, infelizmente, pelo menos por um tempo), manter-se bem equipado, transporte, um teto seguro onde não tentasse esfaqueá-lo na calada da noite, tudo isso e a oferta daquele tipo de trabalho "honesto" sempre muito disputada, além de uns malditos touros bípedes atrapalhando tudo atualmente... já estava começando a ficar difícil se alimentar, mas era preciso fazer uns sacrifícios, algo lhe dizia que sua deusa lhe atrairia sorte hoje.

Assim, tentou recompor ao máximo sua imagem, sabendo que seria julgado por todos. Não importa o que fizesse, sempre atraía aqueles olhares... No entanto, logo seu bom humor foi esmagado quando informado que deveria deixar suas armas ao entrar. Fuzilando o mordomo, com aquela cara de quem ia devorar sua alma depois de arrancar seus olhos, Trent entregou suas armas a contragosto, não querendo arranjar problemas antes de conseguir pegar a missão.

"..."

O sulfure sabia que podia esconder bem uma adaga ou algo do tipo sem problemas, mas sua deusa dizia para ele agir dentro das regras o máximo possível. Certamente seria punido se tal ato fosse desnecessário. Porém, ele também sabia que todos naquela casa iriam preferir uma morte rápida pelas armas que ele tinha trazido do que uma lenta pelas suas próprias mãos. Confiante, Trent entrou no escritório e tentou não atrair muita atenção, como sempre costumava agir em reuniões daquele tipo: deixava os outros entregar as informações, normalmente elas falavam mais do que deviam por si mesmas e dessa forma não entregava as suas armas a ninguém (dessa vez no sentido figurado, claro).

Passou então a observar como o velho falava, de que maneira se expressava, qualquer sinal de mentira, de algo que queira esconder, um desvio no olhar na hora certa enquanto falava, ou qualquer outro vício. Se tinha uma coisa que havia aprendido em todos os seus anos era que um mentiroso sempre reconhecia um outro.

"Tem certeza que quer mesmo que eu ajudo esse infeliz, minha deusa?"

Você quem deve decidir. Já lhe disse minha criança, é um teste.. Esse é o outro motivo que lhe trouxe aqui, não?
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bastet em Sab Mar 28, 2015 9:12 pm

-Capitulo 1 Convocação

____________________________________________________________________________
(Malpetrim)
Lord Will Farnwell apreciava o grupo a distancia, levantou-se dando dois passos em direção a janela e de costas para o grupo ficou. Trent Darkcloak mesmo sendo um excelente observador não conseguiu desvendar o velho naquele momento que dava mais um pouco de explicação, falaria o que o grupo queria ouvir, pois ele não queria dar mais detalhes da missão, muitos já falharam e se contasse demais certamente perderia o grupo. Respondendo a jovem sem se prender as curvas de seu corpo de forma gentil e ao mesmo tempo perturbadora.

-Pois Bem, Aphega Kss, responderei a sua amiga...pausava um pouco sua fala demonstrando um cansaço da idade, quando recuperou seu folego voltava a falar-Estou velho demais para me aventurar. Hoje só me resta viver aqui nesta cidade até o momento livre, e cuidar da minha sobrinha...Quanto a minha mansão realmente foi tomada nos primeiros dias por soldados minotauros, não havendo nenhum sobrevivente... Lord Will Farnwell continuava parado a frente da janela e a abria - Não tive coragem de voltar para aquele lugar e ver  o que sobrou...só sei que com a minha finada irmã se encontrava uma estimada caixa de madeira um item pertencente a nossa família... e eu o quero de volta...

O velho permanecia de pé sem manifestar nenhum movimento só cuidando as pessoas na rua com seus afazeres, realmente ele não se importava com o grupo -Se não me engano aquela mansão ficou bastante movimentada nessas ultimas semanas, grupos de batedores que contratei para obter mais informações do lugar, simplesmente sumiram sem deixar vestígios nas redondezas da mansão...de forma fingida em suas palavras lord Will Farnwell pedia que eles tomassem muito cuidado. Não demorou muito ele virou-se para sua escrivaninha pegando uma pequena bolsa e a jogava na mesa - Estou lhes dando a metade agora do pagamento pela contratação de seus serviços a outra parte pagarei quando estiver com o meu objeto em mãos...Quando ele sentou -se a cadeira novamente, apenas acenou para que o grupo saísse, dando ordens para seus serviçais prepararem a carruagem para a partida do grupo a mansão abandonada ou arredores da cidade para comprar algo a mais.

OFF:
Sacola com 1200To.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Mar 29, 2015 2:00 am

Kss ouviu o homem atentamente, percebendo que ele em nada revelara sobre o que enfrentariam, apenas os enrolou e jogou uma isca, pensando que morderiam.

Insulto! Isso mostrava muito além do quanto considerava pouco aquele grupo de meros desconhecidos.

"Hun! Deveria ter pesquisado os seus candidatos."

Só havia uma conclusão para esse tipo de reação, de alguém que deveria estar disposto a colaborar com o sucesso do seu próprio desejo: ESTE HOMEM ESTAVA COM MEDO. Não, PAVOR.  

Kss moveu-se até os tibares. Agarrou a bolsa, sacudiu-a um pouco. E a arremessou com toda força nos peitos de Farnwell.
Quando os guardas erguem-se em resposta, ele apenas volta um olhar assassino para quem interrompe-se.

(OFF: Caso algum guarda ataque, Kss ataca com o primeiro objeto que agarrar, com Saque Rápido, o que deve causar -4 no ataque, mas se for uma garrafa de liquor do escritório, ele a usa em seu arremesso, BBA+10, 1d4+1For+4Int por corte do vidro, decisivo x2.)

Kss volta-se para os colegas na sala, não, para os parceiros e os informa das mentiras do velho:

- Mortos-vivos...

Um momento de suspense, e o guerreiro volta seu olhar inquisidor para lord, seguindo.

- Você pede ajuda, mas nos trata como cães, jogando restos para nos, esperando que abanemos o rabo e sigamos suas ordens de suicido.

- Você diz que já estava sem esperanças, mas é o principal culpado de cada homem e mulher ter morrido naquele lugar maldito.


O estudioso deixou seus olhos vidrados enquanto os dentes se apresentavam brancos como cal, afiados a força pela gang do seu mestre goblin piromaníaco. Agora ele não era mais o estudioso universitário de Valkaria, ele havia assumido sua personalidade do campo de batalha, onde as decisões poderiam levar um pelotão a vitória, ou a morte. Era o Vagalume.

- Eu vou dizer e é bom escutar bem.

- Quando meus parceiros retornarem, você vai estar pronto para pagar-lhes o dobro do combinado, por essa sua traição. Enquanto que a mim, você fornecerá um laboratório completo e preparado para o meu trabalho.

- Do contrário, deixaremos que a igreja cuide disso. O que é obvio, meu lorde não o deseja, senão já os teria requisitado.

- Não, Vossa Senhoria não deseja tal balburdia, por algum motivo pessoal, que em nada nos interessa.

- Em troca, não permitiremos que ninguém saiba do nosso acordo, ou de quaisquer dos seus interesses, e nem retrocederemos em nossa parte. Para todos os sentidos, seremos apenas um grupo de aventureiros ordinário pilhando uma mansão abandonada e mal assombrada.

- Vossa Senhoria, deve aceitar esse trato.
Concluiu o guerreiro caótico, afirmando aquilo como fato, se o homem desejasse que sua vontade fosse cumprida afinal.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Heilel em Seg Mar 30, 2015 1:05 pm

Lisianthus fitou boquiaberta a reação de Kss, ela levara tanto tempo para conseguir um contrato e uma oportunidade como aquela, e ele estava a ponto de estragar tudo! Não conseguia compreender o motivo de tamanha revolta, a situação era exatamente como as anteriores: Alguém lhes pagava para fazer o trabalho sujo, recebiam um punhado de moedas em troca e algumas informações rasas a respeito do que fariam e encontrariam no caminho, o mercenário deveria estar acostumado a isso. Ao menos ela estava. No final, o que importava? Eles eram fortes o suficiente para lidar com qualquer coisa que pudesse habitar a mansão abandonada.

- P-perdoe esse cabeça oca, senhor Farnwell, ele não anda muito bem por esses dias, é que a noiva dele o deixou! - Lisianthus agarra sua bolsa de moedas com uma das mãos, e com a outra tenta arrastar Kss para fora da sala. No entanto estava atenta à resposta do Lorde, os olhos da garota luziriam de ganância caso ele concordasse em acrescentar mais tíbares ao pagamento e do ponto de vista dela, Kss - que no momento era visto como um estúpido - passaria a ser tido como um "herói".
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Sivanore em Seg Mar 30, 2015 1:34 pm

Bassad aproxima-se do homem e pega a sacola que lhe é oferecida, e também a que o companheiro atirara contra o peito do homem.

- Veja bem, se não quer ficar com isso, eu fico – disse já juntando a pequena bolsa à sua em uma amarra. Claro que não seria propício recusar caso o homem aceitasse pagar o dobro, mas aquele homem, Kss, estava sendo um pouco exagerado demais – Se me pagar mais duas peças de prata, toco-lhe ainda uma música para acalmar os ânimos.

Aceitaria a missão independente da decisão de dobrar ou não a quantia oferecida, mas não iria meter-se em confusão por culpa de seu ninguém, ainda mais que isso acabaria resultando em uma “boa e aconchegante” estadia nas celas. E isso era um pouco além do que ela estava disposta a passar.

Aos olhos da garota, aquilo que o homem almejava poderia ser de não apenas valor monetário, e nada a impediria de dar uma boa olhada no item antes de devolvê-lo ( ou não). Além disso, se outros haviam morrido, isso apenas significava que não eram bons o suficiente para realizar a missão. Ela emprestaria seu dom para ajudar aquele homem assustado, e ajudaria aqueles que não foram agraciados por Wynna.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Seg Mar 30, 2015 4:15 pm

Amaretsu:

Quando Kss olhou para atrás com um ar de assassino frio eu simplesmente ignorei pois fui treinada a dar corretivo em bandidos pequenos como também em Terroristas do Estado Islâmico.

Me levanto de meu assento e pego a sacola com as peças de ouro que preciso, não apenas para sobreviver em arton mas para regressar pelo deserto todos os que estavam exilados aqui.

-Kss, não posso força-lo a mudar sua opinião e não ligo se pensarem que sou uma simples mercenária, se não quiser vir conosco tudo bem, eu simplesmente não ligo embora fará falta sua presença. E não julgue antes de apurar todos os fatos.

-Mortos vivos? Melhor ainda não deve ser tão dificil matar zumbis.

OFF: Diplomacia +3 (Atraente no Kss)


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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Mar 30, 2015 6:32 pm

Kss ouviu todas as reclamações, mas não radiou o seu ponto. As reações dos companheiros já eram esperadas, ele então se explicou, sério:

- Amaretsu... amigo, tu não sabes da missa a metade.

- Posso estar agindo como um mercenário, mas, no campo de batalha, eu sou um soldado. Tu sabes bem, um soldado cuida dos seus, cada um faz a sua parte e é aqui que eu cuido de todos vós.

- Não notaram nada de estranho? Vários grupos foram enviados, nenhum retornou, se não falham as palavras do lorde Farnwell, todos passaram por ele.

- Todos tiveram a mesma conversa, o mesmo pedido desesperado, a mesma barganha. Ele sabe o que tem lá e não quer nos revelar por estar apavorado. E eu acho que sei parte do porquê. Só me diga se eu estiver ficando quente, milorde.


Kss então começa uma rápida explicação do quão mortais as pessoas em Arton podem se tornar quando retornam com a benção de Tenebra, sempre com Farnwell sobre seu olhar inquisitivo.

- Mortos-vivos, vocês acham que são meros arremedos de teatro. Eu estudei na Academia Arcana, e vou-lhes contar, mestre Thanatus, o lich que leciona necromancia e natureza dos mortos-vivos não acharia graça de um grupo tão despreparado. Ele nos acharia patéticos; sem ofensa.

- Mortos-vivos, existem três tipos, conforme a origem: naturais - aqueles que retornam sozinhos, invocados - os criados por necromantes e devotos de Tenebra, e as crias - geradas por outros mortos-vivos mais poderosos.

- Destes três tipos: os naturais são de longe os piores.

- Não há uma regra que dite que você precisa ter sido algo grande e fabuloso para se tornar um morto-vivo problemático. Não, a única regra é o mal.

- Todos os mortos-vivos precisam da força do plano negativo, um espaço quase nulo em força vital ou luz. De tempos e formas a fome desse plano invade Arton, as vezes naturalmente, outras convidada.

- O convite mais comum é o mal.

- Um pai de família pode ter sido bom e zeloso toda a sua vida, mas qualquer pessoa pode se tornar um assassino frio ou desesperado para salvar a si mesmo, mesmo contra seus próprios familiares. Disso, resultam os piores mortos-vivos.

- Você diz meros zumbis, Amaretsu. Pois existe ao menos meia dúzia de mortos-vivos que eu conheça que batem com a aparência de um zumbi, e qualquer um deles pode derrubar a metade de nosso grupo se for subestimado.

- O ghoul é o exemplo clássico, alguém que assassinou e devorou pessoas para sobreviver. Esse único ato cruel e traiçoeiro gera um inimigo mortal.

- Ele parece um zumbi, cheira como um zumbi e, a distância, pode até agir como um, mas, quando confrontado, ele corre, escala, salta, esmurra, paralisa ao toque, fareja e caça, é inteligente para armar emboscadas furtivas com outros e até mesmo empunhar as nossas armas.

- Então, não me surpreenderia que, dependendo do que o milorde esteja escondendo, que nós não vamos encontrar alguns dos nossos antecessores ligeiramente mudados.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bahamut em Ter Mar 31, 2015 10:34 am

Trent a bem da verdade surpreendeu-se com a reação do tal do Kss. Concordou com cada palavra dita por ele até o ponto em que dizia que não iriam revelar e nem fazer nada sobre o que fosse descoberto na missão. Disso discordaria veemente, mas os outros não precisavam ficar sabendo. Não permitiria que aquele nobre sobrevivesse se estivesse fazendo alguma coisa errada, disso não abria mão. Após o primeiro discurso do Kss, no entanto, ele não deixou de pensar que o velho estivesse mesmo preocupado que o grupo desistisse se outros já haviam falhado e o perigo era grande, mas ainda que fosse assim seria melhor dar todas informações logo de uma vez. Melhor informações de mais do que de menos e incorrer de irresponsabilidade. Pensou em falar isso, mas os outros foram mais rápidos jogando panos quentes no Kss, e dinheiro extra não seria demais, a bem da verdade, tinha certeza que aquela mansão e a missão poderiam valer muito mais, então aguardou até o momento certo de se posicionar. Concordava em boa parte com o Kss, mas ao mesmo tempo e desconfiava que só estavam arranjando problemas desnecessários.

"..."

Ao final da aula de necromancia, entretanto, não deixou de se pronunciar com uma gargalhada estranha, que certamente deixou os outros no mínimo constrangidos.

"Ora, meu caro, Kss, existe algo pior que zumbis."

Ele caminha até a escrivaninha e pega sua bolsa de dinheiro enquanto encara profundamente o velho [ou as costas do maldito se fosse o caso]. De toda forma, cada som que saía da sua boca ressoava cortante como as profundezas do inferno.

"Demônios."

Ele deu um sorriso e foi acender o fogo na lareira (ou sentar numa poltrona, cruzando os dedos e fitando o vazio), por mais que fizesse calor, espetando as brasas e olhando para algo que provavelmente só ele conseguia ver nas chamas.

"Você pode nos ensinar tudo que souber sobre zumbis e tenho certeza que conseguiremos desenterrar os segredos daquela mansão sem grandes problemas. Você, velho, dê-nos uma descrição mais detalhada da caixa e qualquer outra informação que achar útil para que tenhamos êxito, essa é sua última chance. Espero sinceramente que não esteja envolvido com algo de errado ou sua alma certamente será punida. Acredito que, seja lá qual dos três tipos de zumbi, todos eles são vítimas de uma maldição, e muitos deles podem até ser inocentes. Vivos ou mortos, malignos ou não, todos merecem o descanso final, seja indo para um lugar melhor ou pior, é a ordem natural... Os ímpios pagarão pelos próprios caprichos, o pecado do pai não passará para o filho, cada um acertará suas contas no final. Ainda há tempo de se arrepender."

Ao termina de falar como um fanático, Trent até que pareceu que deu uma olhar de pena para o nobre, mas se foi mesmo isso, não durou mais do que um segundo. Depois disso voltou ao seu silêncio habitual, acreditando ter agradado a sua deusa.

"..."
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Ter Mar 31, 2015 4:16 pm

Amaretsu:

-Pode até ser tudo isso como tu mesmo disse Kss, ou até um pouco mais como disse Trent, Demônios são piores que mortos-vivos, seja como for, podes até ter razão, porém acreditei que esse mundo fosse um mundo de heróis, não de heróis imbecis, mas sim de heróis, na Terra nativa de onde venho enfrentamos inimigos piores do que feiticeiros.

Em pensamento:

-Talvez ele tenha mais razão do que eu, porém quero logo sair desse "pais das maravilhas ao qual eu entrei" e preciso aceitar o dinheiro, cada moeda, parece que os Sar Allan sequestram pessoas dos outros mundos para depois manda-las de volta por uma quantia X de ouro para o seu deus, talvez seja assim, não tenho certeza ainda..

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bastet em Qua Abr 01, 2015 10:22 pm

-Capitulo 1 Convocação (Baderna)

____________________________________________________________________________
(Malpetrim)
Lord Will Farnwell já tinha dado muita informação, sentado só tratou de esperar o grupo partir, mas não foi isso que aconteceu, sem esboçar reação alguma ele viu cada um do grupo pegar sua parte do acordo, apenas um dentre eles foi o mais estupido naquele momento, Kss não contente jogou com muita força o saco de moedas no peito do velho o fazendo tossir com a falta de ar que sentiu pelo impacto, logo Lord Will Farnwell  não prestou muita atenção no que o jovem falava. As portas do escritório foram abertas de forma violenta pelos seguranças do velho, que não demonstrou nenhuma  raiva com a atitude do rapaz apenas recuperou o folego e acenou para seus guardas pedindo que ficasse as sós novamente com o grupo, e assim seus guardas davam seu parecer e saiam fechando as portas do escritório e a reunião continuou, o velho chegou a pensar em fornecer mais ajuda ao grupo, um simples laboratório que ousadia daquela criança, se não tivesse sido tratado daquela forma teria desfrutado do laboratório pessoal da família.

Num sorriso sarcástico Lord Will Farnwell respondia a Kss - Eu não tenho culpa se os últimos mercenários que contratei se mostraram incompetentes ao cumprir o serviço. Você como um mercenário contratado deveria ser o primeiro a saber os riscos e perigos de sua profissão. No entanto eu já dei todas as informações que sabia... Lord Will Farnwell  viu cada um pegar seu pagamento exeto kss sua parte sem objeção foi pega por Bassad, viu que Lisianthus tentava acalmar o jovem kss, e da mesma forma que foi encarado por Trent  o velho retribui-a com apenas um sorriso - Vejo que vocês querem adivinhar o que pode ser encontrada no mansão, zumbis, demônios, no primeiro caso mortos- vivos agindo assim de forma organizada? -Pode até ser quem sabe não encontrem os antigos mercenários vagando pelo local?... Ficando de pé  Lord Will Farnwell continuava a falar -Demônios, sim também poder ser... Quem sabe? Ultimamente tem aumentado o desaparecimento de jovens donzelas, ou pode ser os minotauros eu realmente não sei a tantas possibilidades assim como o roubo de mercadorias que vem ocorrendo, assaltos etc...

Abrindo outra gaveta Lord Will Farnwell  pegava uma pequena caixa de madeira e colocava ao centro da mesa -Me perdoem por não dar muita atenção as conversas paralelas de vocês, a caixa que eu quero que se encontra perdida na mansão é igual a essa... E pertence a minha sobrinha e somente ela vai conseguir abrir a mesma, nem tentem isso se você não for pertencente a familia Farnwell não vai adiantar... Cansado com a pequena reunião junto ao golpe do kss. Lord Will Farnwell tomava outra atitude mais amigável ao grupo,mesmo sendo desrespeitado em sua própria casa -Bassad vou aceitar sua musica só quando voltares com a minha caixa eu preciso dela para entregar a minha sobrinha é uma herança de família... o velho os agradecia e de forma gentil pedia que partissem o mais rápido possível junto a um sorriso de satisfação a carruagem já os esperava do lado de fora da mansão.

OFF:
Amaretsu: 1200 To
Lisianthus: 1200 To
Trent: 1200 To
Heilel: 1200 To
Kss: Jogou o Tibar de Ouro fora
Bassad: 2400 To
Bearur: Nada se ninguém mencionar sobre a parte dele, não vai ter pagamento para ele.
Caixa 10cm x 10cm:

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Última edição por Izanami em Qui Abr 02, 2015 9:07 am, editado 1 vez(es)

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Abr 02, 2015 5:49 am

Kss compreendeu que não obteria mais informações além daqueles detalhes adicionais e deu-se para fora do local. Lá fora, assim que o grupo estava se dirigindo, ele liberou seus pensamentos.

- Ele pode ser um homem sofrendo graves pesares... Ou um bom mentiroso. De todo modo, não confiarei nele até termos certeza.

- Agora, rapto de donzelas, assaltos e uma mansão? Bem, como não acredito que um dos dragões da Presa de Megalokk tenha resolvido migrar para cá, embora não seja impossível,
falou apontando na dita direção de onde viria a estar o pico pontudo mal falado, duvido que um mero grupo de bandidos faria tão bom sucesso defendendo um ponto de grupo por grupo mercenário. Eles já teriam deixado o local.

- Com certeza não são meros goblins.

- Vamos rever tudo: os minotauros atacaram, pessoas morreram, depois, a mansão ficou maldita e todos que vão ali morrem, sem contar assaltos ao redor e rapto de donzelas?
Ele coçava o senho como se sentisse uma dor de cabeça vindo.

- Ah! Não há coisa com coisa, tudo está muito bagunçado! Este velho está tentando despistar o meu raciocínio. Eles esconde alguma coisa.

- Ainda creio em mortos-vivos, talvez até um vampiro, atualmente acompanhado de suas crias. Mas...

- A verdade deve estar relacionada com a tal caixa.
Ele deu-se uma pausa, seguindo por trocar de assunto.

- Mortos-vivos ou não, é melhor apanharmos o senhor Bearur fora da cidade. Bolas de fogo sempre são úteis, mas um urso enorme quebra o galho. Heh!

O alquimista então permitiu-se concentrar em seu arsenal, separando o mais útil e deixando o peso desnecessário de lado, ele concentrou-se em preencher as dez vagas de munição que tinha, mas esperava poder recarregar-se na mansão. Kss sempre encontrava formas inovadoras de reamar-se, inventividade não lhe faltava. De alimentos a simples produtos domésticos, a alquimia estava em todos os lugares, mesmo em seres vivos. Goblins podem ser imundos, traiçoeiros e por vezes selvagens, todavia, também eram muito subestimados. Aphega nunca deixara de valorizar as  valiosas lições que obtivera na favela dos goblins em Valkaria... a reciclagem, a intimidação, os golpes de oportunidade numa luta... nem o valor de um bom banho depois.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Seg Abr 06, 2015 10:59 pm, editado 1 vez(es)
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Qui Abr 02, 2015 3:07 pm

Amaretsu:

Quando eu vejo uns "orcs" como eu acho que são percebi que a treta ia ficar seria, mas o lorde Farnwell pelo visto não é um cara do tipo pavio curto e deixou pra lá, no meu mundo um nobre ser desrespeitado era motivo de morte, enfim deixa pra lá.

Em Pensamento:

-Mercenária, eu não sou uma mercenária, não gosto desse nome, mas vou ter que engolir essa por enquanto, mas nesse mundo deve ser o segundo nome dos Aventureiros.

Apanhando meus pertences e tendo cuidado para esconder a arma de fogo que carrego eu me dirijo até a direção da carroagem e puxo uma conversa com os demais, para quem quiser responder:

-O mundo de vocês é sempre assim? Um mundo muito confuso para mim, de onde venho as pessoas também são estranhas, nem sempre é claro, mas parece ser mais coeso, lá histórias como essa são muito raras, aqui vocês vivem cercados de...... mistérios, enfim não se ofendam.

Imaginando ter que lutar contra Zumbis e Esqueletos eu talvez não precise de armas, porém se os Zumbis forem como penso tenho que tomar cuidado.

Depois de ouvir uma resposta eu pergunto:

-Zumbis e mortos-vivos pra você virar um deles é necessário ser mordido ou algo do tipo, além daqueles que o Kss mencionou?

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Abr 02, 2015 10:18 pm

O alquimista ouviu as falas da mulher estrangeira, e, como um professor de prontidão, pôs-se a responde-la:

- Pelo menos em nosso mundo, apenas mortos-vivos inteligentes têm essa capacidade, como disse antes, de gerar crias.

- As condições da ruína da mansão batem com isso. Uma tragédia é uma ótima fonte de mortos-vivos.

- Os desaparecimento de moças mencionado, não tenho certeza, bateria com um vampiro, esses podem gerar as chamadas crias de que expliquei.

- Os assaltos também não fazem sentido. Ao menos que mais alguém nos confirmem essas histórias suspeito muito dessas duas últimas informações, embora ainda não as descarte.


O guerreiro alquimio pensa por um momento e diz:

- Eu pedirei ao cocheiro para parar em alguma das propriedades mais vizinhas. Nós precisamos confirmar essas duas informações de Fanrwell; só um tolo luta sem conhecer o inimigo.

E dito isso, chamou a atenção do cocheiro e o instruiu.

Preparação nunca era demais.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Sivanore em Sex Abr 03, 2015 4:21 pm

Bassad suspirou e olhou para os dois que conversavam, mas não fez qualquer menção de falar. Estava satisfeita que o homem havia sido paciente e não havia ordenado que os guardas avançassem contra eles. De qualquer forma, não tinha intenção de devolver o dinheiro do outro, não totalmente.
Permaneceria em silencio até o momento que chegassem à mansão, a não ser que lhe fosse dirigido a palavra. Talvez aquelas pessoas fossem u bom grupo para conseguir completar o dever que lhes fora incumbido, mas certamente não seriam sua primeira escolha para uma companhia agradável.

“Bem, isso não importa agora.”
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Heilel em Sab Abr 04, 2015 12:15 pm

Lisianthus não teria lutado caso o senhor Farnwell tivesse impelido seus homens ao mercenário, de modo que no momento em que seus brutamontes adentraram a sala de rompante largou o braço de Kss e afastou-se do mesmo em passos vagarosos, e por sorte o pior não aconteceu.

Diplomacia não era e nunca seria uma aptidão de Lisianthus, ou mesmo o blefe, não obstante talvez suas palavras tenham servido de algo na tarefa de apaziguar o orgulho ferido do lorde - que se limitou a dispensar seus guardas -, o mais provável era que a temperança fosse-lhe uma virtude natural, o que fez acender na garota uma pequena fagulha de admiração.

Pensou o mesmo a respeito de Kss, com relação à sua estupidez ser de cunho natural, não bastasse ter quase estragado tudo e os posto em risco, algo o fez pensar que aquele seria o momento e o local adequado para começar uma aula sobre necromancia, para ela não era pertinente saber o que exatamente eram ou haviam sido as criaturas que habitavam o castelo, somente importava a forma como morriam, e isso ela sabia bem, pois morriam basicamente da mesma forma em todos os casos: Com um virote encravado na cabeça e o corpo destroçado pelo lobo.

Sua atenção foi voltada em especial para a caixa apresentada pelo lorde, tendo em mente a aparência seria mais fácil encontrá-la, qualquer risco de se confundir e trazer a caixa errada havia sido extinto. A garota então disse "Traremos sua caixa o mais breve possível, senhor Farnwell" e deixou a sala.

Já do lado de fora, e com o resto do grupo, subiu à carroça providenciada pelo lorde, não trouxera a parte de Bearur do pagamento, se ele o quisesse teria de ir buscar por si mesmo mais tarde, não compreendia a escusa em entrar na casa, mas este era um medo que ele teria de superar, fosse qual fosse o motivo.

- Blá, blá, blá. Vamos apenas entrar, pegar a caixa e cair fora, não deve ser assim tão difícil. - Lisianthus pensou que Kss tinha de relaxar um pouco, estava começando a agir pior do que o "urso fujão", ter a mente tumultuada de tal forma deveria ser um mal de alquimista, já conhecera outros como ele.

- Tenho de buscar meu lobo, se houver algo que queira saber pode perguntar ao meu tio, ele deve saber mais sobre isso do que alguém de dentro dos muros. - Ela se inclinou e instruiu novamente o cocheiro, desta vez pedindo que os levasse a uma fazenda, ao atravessar a cidade teriam tempo de fazer outras coisas sem necessariamente mudar o curso.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Sab Abr 04, 2015 3:25 pm

Amaretsu:

-Ouvi falar no Deserto da Perdição que os Sar Allan falavam sobre criaturas de uma tal de Tenebra, se bem que pra mim essas criaturas são mais vitimas do que monstros, mas enfim.

-Me diga uma coisa Kss, Vampiros tem fraqueza a que além da luz do sol? Água Benta, Crucifixos, Alho, Balas de Prata, Não podem cruzar água corrente, Estacas no Coração..... enfim o quê mais? Até onde os mitos são verdadeiros?

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Abr 04, 2015 7:09 pm

O estudioso ouve a pergunta e responde de prontidão:

- Pelo menos em Arton, cada vampiro costuma ser único, já se diferindo na sua criação, ou renascimento. Todos os vampiros podem surgir da forma que lhes falei antes: naturais, por magia ou crias. Porém, há alguns aspectos comuns a todos eles.

- O dano pela luz de Azguer, ou o Sol, é um.

- O consumo de sangue é outro, porém o sangue é diferente, sendo que as criaturas inteligentes tem o melhor e seres mágicos podem ter propriedades únicas. O de animais é fraco.

- A terceira é a mentalidade. Lorde Stirra é um famoso senhor vampiro em Kresta, no reino da magia de Wynlla. Lá, ele protege a sua família mortal através das gerações, muito admirado e temido por isso.

- Outros vampiros se tornam predadores por escolha e se entregam a matança, crendo essa ser uma ordem natural ou seu direito de vingança, agora que é mais forte que os outros.

- De todo modo, apenas as crias vampíricas são realmente inocentes, podem não podem desafiar a vontade do seu senhor, que os alimentou com seu sangue.

- Teoricamente, uma cria pode se libertar se seu mestre for destruído, e até recuperar sua antiga vida, mas nunca voltará a ser um vivo, a não ser por obra de um milagre ou desejo.

- Outras formas de os destruir, estão no fogo,
disse ele exibindo a bandoleira e o cinto carregados, além de ácido e água sagrada serem bons também quanto a sua regeneração sombria.

- Eletricidade ou frio já não são eficazes, a não ser que seja um raio do céu ou uma avalanche inteira. Então, descarte-os totalmente em combate.

- A sua força física é estupenda, assim, esqueça sair no braço contra qualquer um desses. Já algumas raras armas de caça, ou técnicas do povo tamuriano, que usam a força do próprio oponente contra si seriam de valia, mas não as temos.

- Cura mágica ou mundana, como um bálsamo, também lhes é prejudicial, mas ao menos que possa matar-lhes numa única dose, recomendo que as guarde para si mesmos.

- Golpes na cabeça são eficientes e, diferente dos mortos-vivos naturais em geral, sim, ele pode ser destruído sem a cabeça.

- Um sacerdote ou necromante pode facilmente expulsar ou controlar um vampiro, a não ser que seja um exemplar especialmente antigo ou também seja clérigo.

- Então, esperando que não seja um vampiro bem antigo, temos chances, senão, estamos mortos. Ou, não-mortos, se ele ou ela nos achar bonitinhos. Se é que me entende.
Concluiu ele analiticamente.
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Pontus Maximus em Dom Abr 05, 2015 3:47 pm

Amaretsu:

-Bom então eles são mais ou menos como eu pensei, ficam mais fortes com a idade entre outras caracteristicas, mas não pretendo dar mole, acho que vou comprar algumas coisas só por precaução.

OFF:Procurando no mercado eu gasto meu dinheiro com uma poção de cura leve e duas moderadas.

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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Bahamut em Dom Abr 05, 2015 5:05 pm

Trent vinha dormitando com os braços cruzados e a cabeça baixa escondida no capuz. Achou uma boa ideia irem até a cidade para buscarem mais informações e era para lá que pareciam se dirigir. Por isso, e porque também não tinha dormido muito com a sua vida agitada, achou por bem guardar energias. Além disso, os quase solilóquios do Alphegas eram bons para embalar o sono. Pelo amor da minha deusa, como esse cara gosta de falar...
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Re: HERANÇA MALDITA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Abr 06, 2015 11:30 pm

Assim que pode, o armeiro do alquimio retornou a sua preparação. Kss apanhou cinco frascos e encheu-os com óleo de lampião; eles dariam ótimos coquetéis molotov, mas ele não os acenderia antes da lançar, nem usaria estopim.

Seu antigo professor goblin sempre disse-lhe "O pior alquimista não é aquele que se explode, mas que leva seus parceiros consigo".

Assim, ele acertaria um projetil de fogo no inimigo, que logo apagaria, mas, nisso, ele também atiraria mais frascos aumentando a duração.

Ele olhou para os espaços disponíveis na sua própria roupa, já havia tirado muito o desnecessário e não havia mais slots para frascos. Portando, ele juntou os cinco frascos ao redor de uma das coxas, amarrando com uma tira de couro de forma firme, afrouxando-a relativamente de tempos em tempos.
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