A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

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A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Maio 09, 2015 3:44 am

A NOITE ANTES DA 1º NOITE: AGORA FUDEU


Em 1405, com o retorno da espada sagrada Rhumnam para Doherimm, os anões perceberam que vinham desagradando a sua deusa criadora e uma onda de fé renovadora se espalhou pelo reino. Num primeiro momento, isto não parecia ser um problema, até que os primeiros artesãos começaram a exigir a aceitação de práticas até então proibidas, em especial a criação de armas de fogo. Afinal de contas, eles argumentavam, o gesto de Tenebra foi mais que um lembrete do papel da deusa na criação da raça, mas de que os anões estavam deixando-se perder em tradições e esquecendo-se de continuar evoluindo em suas artes. Rhumnam havia evoluído, por que os anões também não deviam continuar em frente?

Uma mania inovadora percorreu o reino. Cervejeiros abandonavam suas receitas ancestrais em busca de novas idéias, armeiros tentavam ir além dos velhos machados e martelos, joalheiros experimentavam como nunca antes. E em cada um desses casos, o rei Thogar Hammerhead II e sua corte proibiram, coibiram ou condenaram ao ostracismo as invenções e/ou os inventores.

Em Khalandir surgiu um destilado fortíssimo de cor esverdeada capaz de deixar mesmo os anões, com sua resistência natural ao álcool, levemente bêbados com apenas alguns goles e caindo no chão com meia garrafa. Grupos de jovens anões se reuniam para ver quem conseguia beber uma garrafa inteira sem desmaiar, e alguns deles entraram em um coma de vários dias, apesar de todos eventualmente acordarem com uma enorme ressaca. Assustada com os relatos, a corte em Doher proibiu a produção e a venda da bebida.

Em Thoranthur, um grupo de ferreiros locais descobriu que pequenas “escamas” de cerâmica sobrepostas funcionavam como uma proteção tão forte quanto uma placa de aço forjado, mas muito mais leve. Assustada com a possibilidade de perder milhões de tibares se barro substituísse metal, a Guilda dos Mineradores apelou para a corte do rei que, convencido pelo argumento de que dezenas de milhares de mineiros anões perderiam seu sustento, proibiu a produção de mais peças até que “um detalhado estudo sobre os impactos econômicos desta prática seja levantado”.

Em Dukaz, um joalheiro decidiu se dedicar a produção de belíssimos relógios de bolso, extremamente precisos, verdadeiras obras-primas de engenharia e joalheria. Quando apresentado a novidade, o rei preferiu um gracejo em vez de um elogio (“quem precisa de um relógio tão caro quando é possível saber a hora de graça olhando os fungos em uma parede?”), condenando ao ostracismo e a ruína o genial joalheiro.

Para não citar, claro, os seis mil oitocentos e noventa e sete pedidos negados para a revisão da lei que proíbe a produção e venda de armas de pólvora. De tão cansado de negar estes pedidos, o rei e a corte produziram uma lei específica proibindo que pedidos de revisão fossem realizados para a lei anti-pólvora, apenas para receberem milhares de pedidos de revisão desta nova lei!

Embora os ânimos estivessem agitados, tudo eventualmente ainda poderia ser resolvido de forma pacífica, não fosse o evento que será para sempre lembrado na história anã como a Noite da Loucura de Erinn, em 1408.

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Erinn, 1408; Noite da Loucura

Gritos são ouvidos mais próximos, assim como breves sons de batalhas. Há anões massacrando outros. É possível reconhecer amigos, vizinhos e conhecidos por toda parte, em ambos os lados: um ferreiro da cidade enfiando seu machado na barriga do estalajadeiro ali, o garoto dos estábulos atacando um dos hóspedes da estalagem da onde trabalha.

Essa loucura é intercalada com gritos de ódio: “morre seu herege”, “estrebucha seu impuro” e “que Khalmyr te condene” podem ser ouvidos.

Os poucos estrangeiros parecem estar sendo ignorados; esses anões loucos estão interessados apenas em matar outros anões.

Aldeões matando outros aldeões; não parece haver magia ou alguma vilania em ação aqui. Apenas ódio. E loucura. Quem é o responsável por tamanha loucura? E haverá um responsável mesmo? Todos ali só não são os culpados dos seus próprios atos?

Essa é a Noite da Locura de Erinn... e vocês estão no meio dela.
____________________________________________________________________________________________


Uma figura de temeridade pisa para fora da biblioteca pública; uma anã ruiva, jovem e bonita. Ela traja uma armadura macabra feita de ossos e energia negativa por cima de um robe de panos, segurava uma foice cor aço nas mãos e  olhava rumo uma fumaça negra e forte que subia pelos respiradouros. Mas não era a fumaça que lhe importava, mas si a sua família no fim dela. Sem perder mais tempo, a maga pós-se a correr naquela direção.

Na sala que a maga acaba de deixara para trás, um sacerdote de Tenebra bem armado terminava ouvia as últimas palavras do anão que parecia tão lúcido, mas cujas as ações diziam totalmente o contrário. Ele viu de relance quando a maga saiu a correr para socorrer alguém, que ele mesmo já desconfiava quem seriam.



A bibliotecária já terminou de amarrar um dos três anões loucos que atacara ela e a sua amiga maga na biblioteca, objetivando a segunda. Sem nenhuma timidez, a bibliotecária agarrou um livro pesado e deu-lhe com todos os dons na nuca do anão, terminando as suas palavras ali. Ao ver aquilo, o mais tímido dos três se acovardou por completo e e encolheu-se com os braço na frente do rosto, murmurando mendiguezes.



A anã falou ao sacerdote:

Pha: - Vá ajudar Kika a salvar o irmão dela e o seu amigo, destes idiotas cuido eu. Disse ela enxotando o sacerdote para que corresse atrás de sua amiga, sem nenhum do teor de a longar-se em discussões inúteis e assuntos alheios que a tornava famosa com todos os frequentadores da biblioteca municipal. A situação era urgente demais e isso a afetava.

O que fazer?


1) Correr e ajudar no que puder os seus amigos juntos; hora de ser herói.

2) Separados cobrimos mais terreno; ir atrás de um objetivo secundário só seu e esquecer qualquer ajuda contra as dezenas de turbas de linchadores.

3) Disfarçar-se e ajudar a turba a matar os tais hereges; é sempre bom saber qual é o  lado vencedor, e daí que é errado.

4) Desistir de  tudo e esconder-se como um covarde pelo resto de toda essa loucura; o covarde sempre vive mais um dia.
 


Última edição por Necromancer Ignaltus em Ter Jun 09, 2015 6:30 pm, editado 3 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Maio 09, 2015 7:58 pm

A NOITE ANTES DA PRIMEIRA NOITE - Encontros aleatórios: Faça uma escolha e role 1d20 (se a escolha é a mesma um lance decide pelo grupo todo).

1-10: nenhum encontro especial;

11-12: 1d4 guerreiro(s) membro(s) da turba de linchadores;

13-14: um devoto de Tenebra está prestes a ser enforcado por 1d4 plebeus turbadores;

15-16: ladina sulfure doherimmense tenta fugir pelos telhados, mas está sendo alvo de setas e flechas de 2d4 plebeus turbadores.

17-18: alquimista anão foi acorrentado e desarmado numa estaca, ele será queimado com seus próprios ácidos e em seguida incendiado vivo por 2d4 plebeus que o acusam de ser um praticante de magia;

19-20: Anão bárbaro berseker está matando descontroladamente tudo em seu caminho, o motivo de sua fúria é desconhecido.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 10, 2015 1:48 am, editado 1 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Sab Maio 09, 2015 8:14 pm

Kika já na rua via anões lutando sem sentido gritando tanta bobagem na qual ela nem se deu ao trabalho de responder, se esgueirava por entre as construções até mesmo pela rua quando não tinha escolha, com sua arma em mãos e o pouco tempo que restava com sua proteção ela teria de chegar logo a forja de seu irmão, certamente percebeu que sua armadura chamaria atenção de algum imbecil fanático, mas que se foda mataria qualquer um que impedisse de chegar onde queria, já que aquele bando de inúteis queria morrer sem um bom motivo no qual valia a pena,  ela ficaria muito feliz em mada-los para o inferno.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Dom Maio 10, 2015 10:05 am

Bhelegan ajudou Pha a amarrar os anões remanescentes.
- É, eu vou. - Respondeu. - E a senhorita tranque bem essas portas, e não saia daqui por nada, entendeu? - Sabia que Pha provavelmente não era um alvo dos conservadores, mas melhor prevenir do que remediar. O caos reinava lá fora e alguém que escolhesse esta noite para passear seria menos que um tolo. Irônicamente fora exatamente isto que fizera, contudo ele possuía um belo machado e era um dos poucos em condição para socorrer as vítimas.

Deixou a biblioteca e apressou-se na direção da forja da família de Kika, prontamente socorreria qualquer um que precisasse de sua ajuda. Ele não era um herói altruísta, mas querendo ou não ele e os outros alvos da turba estavam no mesmo barco, e a sua lealdade falava mais alto do que o seu egoísmo.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 10, 2015 4:33 pm

Kika correu, escondendo-se nas sombras para evitar a maior parte da balburdia. Nas ruas, anões atacam outros anões, pessoas defendiam-se em suas casas como podiam de atacantes armados, mas como qualquer anão já é armado com uma boa picareta ou martelo de ofício, aquilo tornou-se inúmeros duelos, enquanto que aqueles que foram apanhados de surpresa eram arrastados para o linchamento que seria obrado no nó de um a corda num poste ou gancho.

Não demorou  e Bhlegan seguiu atrás dela, embora quase todos soubessem onde ficava a forja da família With não foi isso que facilitou seguir o rastro da maga, mas o rastro de fumaça que já atolava as entradas de ar na cidade. Não fosse essa confusão, a milícia já estaria reunida e vizinhos ajudariam a apagara as chamas.

Kika foi a primeira chegar, a distância ela assistiu quatro anões armados saindo do local do crime, seus machados molhados de sangue, no chão, Balrus em uma poça de seus próprios fluidos vitais. Para completar a cena de terror, a forja da família totalmente engolida pelas chamas, perda total, seu irmão, fora de vista.

Kika deu um passo naquela direção, quando uma porta lateral voou aos pedaços!



De lá, pisando em agonia profunda na alma, um anão enorme em músculos e barba rubra surgiu carregando o que parecia ser um infante encoberto em lençóis de cama empapados de sangue, respirando a beira da morte. Lágrimas escorria da sua face do homem e caiam sobre o seu peito e nos panos sujos, na boca, um grito gutural animalesco. Fúria e dor profunda.

Os quatro anões voltaram-se assustados, mas quando viram o bárbaro ergueram as armas de prontidão, sem saber se recuavam ou não.

O sujeito , ainda em agonia, olhou ao redor, avistou-os,"DOHERIMMS!" ,vociferou.

Deixando o infante aos pés, sem mais perda de tempo, percorreu num instante o espaço que os separava, em velocidade bem maior do que um anão normal, e já estava sobre os quatro.

O bárbaro desce seu machado arrancando um talho através da armadura de couro de um dos assassinos de Balrus. O homem, gemendo, cambaleia para trás e tenta fugir.

Os outros três avançam e tentam golpear, mas o bárbaro é rápido e com um giro do  machado afasta a todos. Enquanto o anão que atingira, consegue fugir na outra direção, deixando um grande rastro de sangue.

Mal Kika volta o seu olhar para a cena, vários golpes acertam, de forma ineficaz a pele do anão, apenas   pequenos filetes de sangue são liberados. Em troco, ele desfere seu golpe, abrindo parte da armadura de couro peitoral de um dos três assassinos restantes.

Eles retornam a contra-atacar, desta vez um deles enfia seu machado, o sangue cai, mas logo a ferida se fecha pelas contrações musculares do berseker. Este salta de volta, golpe de forma cega e os três conseguem se esquivar.

Com confiança renovada, eles atacam o bárbaro, tiram mais sangue; era incrível como aquele sujeito conseguia aguentar aqueles ferimentos sem usar uma armadura.

O bárbaro responde abrindo um talho para completar uma cruz no anão que o ferira e que ele já havia atingido antes, o qual, desesperado com as feridas, larga sua arma e poem as mãos sobre os cortes através da armadura de couro, pondo-se a correr dali.  

Bhelegan chegou, o sacerdote via um bárbaro anão repleto de cortes urrando em fúria primal enquanto lutava sozinho e sem nenhuma proteção além da própria pele contra dois guerreiros assassinos da turba.

Os dois atacaram, um tirou mais sangue. O bárbaro o matou pela ousadia. Um corte de cima a baixo, através de costelas, e por dentro da caixa toráxica.

O último, aproveitando a morte do colega, intimou um golpe flanqueado, que foi barrado, pelo machado que exibia sua fina aura mágica. Com um giro a arma retornou através do bucho do inimigo, cobrando um imposto em tripas e miúdos de anão. Este também morreria ali.

Ainda em fúria, o anão gritava: DOHERIMMS!!!

O filho selvagem de Allihanna voltou seus olhares e encontrou Kika e Bhelegan, começou a caminhar para eles. Sua fúria, sua dor, seu pranto e desespero por mais uma justiça cometida aquela noite ainda não tinha acabado; ele era claro em sue grito de guerra.

DOHERIMMS!!!, repetiu.

A dor de alguém que acabara perder tudo. Kika começava a sentir isso, mas ainda tinhas esperanças e para se certificar delas precisava passar por ele, de alguma forma.

Bhelegan, sem tirar os olhos do inimigo, fitou a maga com sua visão lateral. Eles teriam que ter um plano.

O bárbaro os atacou.

Anão Berseker: DOHERIMMS!!!


SITUAÇÃO

Local: rua, 6m de largura, 18m do objetivo primário (Balrus) 12m do objetivo secundário (inocente injuriado);

Berseker: em fúria (restam 5 rodadas), menos da metade dos pvs, 15m de distância.

Balrus: 0 pvs (deve realizar um teste de constituição para manter-se estável).

Forja: perda total.

O que fazer?


1) Manter a distância e atacar de longe com magia; aproveitar o espaço e derruba-lo devagar, o que deve ser difícil, já que ele corre mais rápido.

2) Arrumar uma distração para salvar o infante; talvez se o motivo da fúria for resolvido essa situação se resolve mais facilmente, mas alguém vai ter de distrair o bárbaro.

3) Arrumar uma distração para salvar Balrus; o feiticeiro será a melhor chance contra o bárbaro, além do que, ele tem  armas de pólvora para atacar de longe e um leque de magias de dano a longa-distância também.

4) Que se foda o infante, Balrus, que se foda a família e que se foda esse bárbaro fi-da-puta monstruoso do calaio; fuja, fuja rápido!



Última edição por Necromancer Ignaltus em Seg Maio 11, 2015 12:28 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Seg Maio 11, 2015 1:12 am

kika seguia por entre as construções, tentava chegara a forja de seu irmão o mais rápido possível, temia pelo pior, temia que ele estivesse morto, graças aquele bando de lunáticos.
Quando Viu mais a frente um anão enlouquecido despedaçando outros anões em uma luta sangrenta ela não deu muita importância para isso, só tinha de seguir em frente ajudaria da forma que conseguisse os anões quase mortos ali suplicando por ajuda, assim ela se distanciava do anão bárbaro, procurava algum lugar para se beneficiar da cobertura assim aumentando sua defesa contra o ataque daquele animal.

Usaria até o corpo de anões mortos como cobertura se fosse preciso, sem muito o que fazer ela apenas disparava com seu arco visando acertar as pernas daquele maldito, e acabar com aquilo logo, para encontrar seu irmão.
-Descanse em paz infeliz...

OFF:Vou morrer lutando anão filho de uma...
huahuahauahauhauhauahauhau:

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Seg Maio 11, 2015 12:04 pm

Bhelegan vacilou sobre as pernas ao assistir a cena de matança, ele era um mero clérigo com a poeira dos anos sobre as costas, loucura tentar lidar com aquele monstro! Mas agora era tarde, havia sido visto e suspeitava que se corresse o monstro o perseguiria e o acertaria por detrás... Se fosse morrer então que antes fosse como um anão de verdade!

"Se eu conseguir curar a criança, talvez ele se acalme", pensou Bhelegan. Avançava em passos cuidadosos, o escudo sempre à frente do rosto e o machado pronto para a batalha, a distância entre ele e o monstro rubro diminuía e a ansiedade crescia. Em dado momento, seu pé resvalou no sangue de alguém, mas o clérigo rapidamente se recompôs e continuou o passo.


Última edição por Heilel em Seg Maio 11, 2015 6:47 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Maio 11, 2015 11:23 pm

O anão berseker correu até eles, mas não conseguiu percorrer todo o espaço que havia entre ele e os doherimms, ficando ainda a uns 9 metros, para sorte da maga e do clérigo.

Todavia, Bhelegan tinha uma ideia contrária e se adiantou em direção ao bárbaro ensandecido. Armado de armadura, escudo e machado, sua intenção era passar por ele para alcançar o infante. Ambos ficaram a 3 metros cara-a-cara.

Kika recuou o que pode, totalizando 12 metros de espaço seguro entre ela e o bárbaro, ainda disparando uma seta de sua besta leve. Todavia, a seta partiu-se inutilmente por sobre o coro duro do selvagem enfurecido.

DOHERIMMS!!!, vociferava ele.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Ter Maio 12, 2015 11:02 am, editado 1 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Ter Maio 12, 2015 10:57 am

não tinha muita cisa para fazer naquele momento, na verdade tinha só que pela ordem da situação ajudaria seu velho conhecido. Sabia ela que tinha somente mais uma magia estava a guardando para usa-la em auxilio de seu irmão, mas naquele momento não poderia atacar o bárbaro corpo a corpo. Na distancia segura que se encontrava apenas conjurou mais uma criatura esquelética a frente do anão bárbaro com intenção de tirar sua atenção sobre os demais na batalha assim quem sabe seu velho amigo poderia ajudar os outros anões que ali estavam agonizando.

No final ela ficava só berrando para o Bárbaro -Vem aqui seu tapado...Pode tentar me pegar...

OFF: Só conjurar um monstrinho ali na frente do bárbaro desgraçado para distrai-lo assim dá tempo para ajudar o "quase morto" nosso companheiro.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Ter Maio 12, 2015 3:35 pm

Primeiramente o clérigo se virou e fuzilou Kika com os olhos, ainda nutria uma centelha de esperança de que aquilo poderia ser resolvido pacificamente, mas as setas que a necromante disparava em pouco contribuíam com essa ideia, ao contrário, só acabariam por estressar mais o anão bárbaro.

- A criança ainda pode ser salva! - Bhel guardou o machado e ergueu a mão para mostrar que não havia traço de hostilidade nele, o escudo no entanto seguia em prontidão. - Eu... Eu sou um curandeiro - continuou ele -, só preciso chegar até ela! - Bhelegan não tirava os olhos do homem descontrolado, e em passos agora ainda mais cuidadosos e vagarosos continuava andando, tentando alcançar a criança para usar sua magia de cura.  

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Maio 14, 2015 3:13 pm

O padre apela para a razão, se fosse um servo de seus mais comprometidos com a caridade e bondade com certeza teria funcionado, mas esse não era um dos dons da Mãe Noite, que apenas concedia os dons para sobreviver aos ambientes sem a luz de Azguer.

- DOHERIMMS! Gritou uma última vez o selvagem antes de erguer o machado na direção do crânio do clérigo. Porém, na sua segunda decisão estrategicamente correta naquela noite, seu mestre ficaria tão orgulhoso dela, a aprendiz de necromante conjurou uma criatura bem diante do homem em fúria. Isso foi o bastante para desnorteá-lo por um instante, tempo o bastante para que o servo da Mãe Noite escapasse de lado.

O bárbaro desceu a arma por sobre o felino esquelético, conjurado por Kika, que parou entre a pata esquerda e o crânio ossudo do bicho, quebrando parte do calçado da rua, mas errando, por muito, muito, mas muuuito pouco a criatura arcana.

A pequena besta saltou, em troca, com suas patas contra o bárbaro, contundo, era insignificante, apenas conseguindo quicar de volta para o solo. Todavia, havia cumprido o seu papel, fora a distração que Bhelegan precisava. Agora, se ele  pudesse se aproveitar disso era outro caso.

SITUAÇÃO

Local:
rua, 6m de largura, 18m do objetivo primário (Balrus) 12m do objetivo secundário (inocente injuriado);

Ordem na rodada:

1º) Berseker, em fúria (restam 4 rodadas): menos da metade dos pvs, corpo a corpo com Bhelegan;

2º) Bhelegan: corpo-a-corpo com o berseker, 12m do objetivo primário (Balrus), 6m do objetivo secundário (inocente injuriado);

3º) Kika: 12m do berseker, 24m do objetivo primário (Balrus), 18m do objetivo secundário (inocente injuriado);

4º) Criatura, conjurada (restam 4 rodadas): corpo a corpo com o berseker, 12m do objetivo primário (Balrus), 6m do objetivo secundário (inocente injuriado);

Balrus: 0 pvs (estável)
.
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Qui Maio 14, 2015 4:49 pm

Assim que Bhelegan alcança a criança, estende a mão e dela faz emanar uma luz esverdeada com propriedades curativas. A medida que esta luz penetra o ferimento este vai se fechando, os tecidos danificados se juntam lentamente, e o rasgo some deixando pouco menos do que uma cicatriz.

OFF:
To usando Curar Ferimentos Leves

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Qui Maio 14, 2015 5:19 pm

Kika permanecia parada, só tentou novamente acertar aquele anão bárbaro e berrando para o mesmo - POR DOHERIMMSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!
Assim como sua criatura também se posicionou de forma estratégica tentando atacar o bárbaro para que o clérigo termine logo com suas curas.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Maio 14, 2015 11:25 pm

O homem bruto desceu novamente o machado, mas, novamente, o tamanho menor do construto de Kika foi uma vantagem para a pequena criatura, que escapou ilesa uma vez mais. O sacerdote estava bem cuidado com aquela distração.

Assim, tão logo Bhelegan põem suas mãos por sobre o jovem corpo, a benção de sua deusa permite-lhe estabilizar a vida que se esvaia da criança, bastava agora conseguir desperta-la e acalmar o bárbaro. Talvez quando parte da sua raiva passasse. Eles só tinham de aguentar um pouco mais.

Porém, como nem  tudo em Doherimm é ouro ou diamante (também há latão, cobre e outros minérios mais baratos), ao virar o infante para checar, o sacerdote percebeu que aquilo não era anão, alias, não era nem humano: uma monstruosidade, já ouvira falar daquilo, um maculado da tempestade rubra.

DESAFIO: Bhelegan deve passar num teste de Conhecimento Tormenta +0.

Enquanto o clérigo se estupefatava-se, a maga lutava como podia. Após recarregar a sua besta de mão, disparou outra seta contra o bárbaro, mas de tão inútil, como a anterior, esta também partiu-se contra seu couro grosso, que já havia resistido até aos perigosos machados do grupo de turbadores anterior.

O felino fez mais, seguindo as ordens de sua senhora: entrou no caminho do bárbaro, não permitindo que se distraí-se com mais nada. Num salto ágil, obteve sucesso, num golpe com  o membro ossudo contra a fronte do selvagem, retirando um hematoma que logo escureceria-lhe.


SITUAÇÃO

Local:
rua, 6m de largura, 18m do objetivo primário (Balrus) 12m do objetivo secundário (inocente injuriado);

Ordem na rodada:

1º) Berseker, em fúria (restam 3 rodadas): menos da metade dos pvs, corpo a corpo com construto;

2º) Bhelegan: corpo-a-corpo com objetivo secundário (inocente estável), 6m do objetivo primário (Balrus);

3º) Kika: 12m do berseker, 24m do objetivo primário (Balrus), 18m do objetivo secundário (inocente estável);

4º) Criatura, conjurada (restam 3 rodadas): corpo a corpo com o berseker, 12m do objetivo primário (Balrus), 6m do objetivo secundário (inocente estável);

Balrus: 0 pvs (estável).

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Sab Maio 16, 2015 10:38 am

Bhelegan deu um pequeno salto de espanto ao ver o rosto da coisa que pensou se tratar de uma criança como qualquer outra. Já havia visto algumas deformidades congênitas em crianças anãs, mas nada como aquilo. Seu lado menos nobre rogou para que descesse o machado sobre ela e desfizesse seu "erro" de salvá-la, mas seu momento de ignorância durara pouco, e logo ele foi inundado com um sentimento de compaixão; ela era uma vítima, afinal, não um... um monstro, concluíra incerto. Criando coragem, começou a cutucar e chacoalhar a pequenina aberração de sexo indistinguível.
- Ei, criança, acorde. Acorde!

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Maio 16, 2015 4:19 pm

Tendo a sabedoria dos tempos tingiu o coração do clérigo com as cores certas, Bhelegan acudia o infante. Este, socorrido, abria os olhos lentamente, mas assustadiço, só que ao ver o rosto barbudo e bondoso logo acalmou-se e entendeu que ali havia um amigo.

O sacerdote havia escolhido a melhor ação ali afinal.

RESULTADO DO DESAFIO: VITÓRIA
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Heilel em Dom Maio 17, 2015 10:08 am

Bhelegan junta a criança em seus braços e caminha triunfante na direção do bárbaro, mostrando-a desperta a ele e a entregando aos seus cuidados. Isto é, se sua postura de hostlidade convergisse a uma mais dócil ao vê-la, mas em todo o caso ele não teria coragem de atacá-lo enquanto a carregasse. Uma vez que tivessem dado um jeito na fera, poderiam se voltar para a forja e fazer o que tinham de fazer.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Dom Maio 17, 2015 5:56 pm

Kika não mais atacava o Bárbaro se manteve parada em seu lugar ficando na defensiva a espera do seu velho companheiro ajudar o outro anão, ela só via a sua conjuração investir novamente contra o bárbaro.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 17, 2015 6:43 pm

O anão bárbaro furioso finalmente atingiu o pequeno construto com sua arma, causando um grande estrago naquele pequeno conjunto de ossos.

Kika mantia-se afastada, ela questionou-se sobre os motivos do clérigo, que não atacou o inimigo diante de si. Ela o viu deslocar-se até o infante caído, o provável motivo daquilo tudo e da fúria do bárbaro. O clérigo agora tomava a cria em seus braços.

Já, na luta, o construto, após ter recebido duro golpe, por sua vez, tentou sua sorte com um novo golpe de suas ágeis patas, mas nada conseguiu.

Bhelegan, tendo obtido exito em ajudar a criança lefou, começou a  leva -lá para a vista do bárbaro, mas ainda estava longe.

O bárbaro só via o inimigo a sua frente e tentou destruir o pequeno construto novamente.

Numa explosão de fúria, o golpe certeiro estalou num som de sino, com a ossada do pequeno construto explodindo em todas as direções. Os fragmentos de pó e osso voaram longe, por sobre todos, mas logo desapareceram, voltando a sua origem sobrenatural.

O bárbaro fitou a maga, ela, que o acertara antes, sua próxima presa. Ele correu a ela.

Bárbaro berseker: DOHERIMMS!

SITUAÇÃO

Local: rua, 6m de largura;

Ordem na rodada:

1º) Berseker, em fúria (restam 2 rodadas): menos da metade dos pvs, mirando Kika;

2º) Bhelegan: corpo-a-corpo com carga (criança lefou) a 6m do Berseker, 12m do objetivo primário (Balrus);

3º) Kika: 12m do berseker, 24m do objetivo primário (Balrus), 12m do Bhelegan e a criança lefou;

4º) Construto: destruído;

Balrus: 0 pvs (estável).


Última edição por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 17, 2015 9:44 pm, editado 2 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Dom Maio 17, 2015 8:32 pm

Kika nada fez, apenas ficou na defensiva a espera do bárbaro, conseguiu se tornar o foco da fúria do anão , no fim ela só procurou o melhor lugar para se defender dos possíveis ataques que receberia.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 17, 2015 9:41 pm

Ciente da atual situação, e  que aquela luta estava praticamente acabada, a maga apenas preparou para proteger-se como podia, enquanto que o bárbaro avançava em  sua direção e o bravo sacerdote corria para tentar, inutilmente alcança-lo a tempo.

O bárbaro selvagem proferiu novamente:

Bárbaro berseker: DOHERIMMS!

SITUAÇÃO

Local: rua, 6m de largura;

Ordem na rodada:

1º) Berseker, em fúria (restam 1 rodadas): menos da metade dos pvs, mirando Kika;

2º) Bhelegan: corpo-a-corpo com carga (criança lefou) a 9m do Berseker, 18m do objetivo primário (Balrus);

3º) Kika: 3m do berseker, 24m do objetivo primário (Balrus), 12m do Bhelegan e a criança lefou;

4º) Construto: destruído;

Balrus: 0 pvs (estável).


Última edição por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 17, 2015 9:44 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Dom Maio 17, 2015 9:43 pm

Kika nada fez, apenas ficou na defensiva a espera do bárbaro, conseguiu se tornar o foco da fúria do anão , no fim ela só procurou o melhor lugar para se defender dos possíveis ataques que receberia.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Maio 17, 2015 10:15 pm

A maga fica parada com a foice em frente, sem intenções de se esconder, mas também nenhuma de atacar. O bárbaro a alcança antes que Bhelegan consiga a sua atenção. O golpe é poderoso e brutal. A maga pode sentir os ossos da armadura rangerem quando a força do impacto a atinge, jogando-a com força rolando pela rua de pedra.

Meio zonza, mas inteira, Kika fica surpresa ao descobrir que os ensinamentos do seu mentor a salvaram mais uma vez. Apesar de tudo, ela não tinha um arranhão sequer, foi apenas um susto e falta de ar.

O bárbaro diante dela também parecia surpreso, e meio cançado. Ele suava bicas agora, e faltava-lhe ar. Os olhos estavam mais claros e demonstrava outros sentimentos que não a raiva: surpresa e admiração perante tal adversária corajosa e capaz de suportar tal lástima.

A fúria passou, felizmente.

Assim, eis que chega diante do selvagem Bhelegan, com o infante junto a si. O efeito é automático.

O homem ajoelha-se para receber o guri de braços abertos. El pergunta-se, Hoü?, mas ao ver o rosto satisfeito do sacerdote a compreensão não se demora em si.

Porém, ele não perde nenhum tempo: o põem em suas costas, de garupa, e agarrando seu machado se dirige aos dois personagens ali:

Bárbaro Berseker: Leofon, diz ele apontando para si com a ponta da arma, e logo para o guri, Lu.

O bárbaro sai em fuga com a criança, dirigindo-se para a saída da cidade em meio a balburdia que a assola. Ele provavelmente não esquecerá de ambos.

Sozinhos, agora.

RESULTADO TOTAL: 200 XP Bhelegan, 200 XP Kika, 0 XP Balrus

+50 p/nível -¹/² Enfraquecido + 100 heroísmo XP, Bhelegan
+50 p/nível -¹/² Enfraquecido + 100 heroísmo XP, Kika
+0 XP, Balrus

Bhelegan e  Kika olham ao redor: corpos de três anões: dois dos quatro que chacinaram Balrus e queimaram a forja da família With, totalmente destruída.

O que fazer agora?


1) Seguir rápido as trilhas de sangue dos dois anões que escaparam; aqueles dois fazem parte disto tudo, devem ter respostas que os palhaços na biblioteca.

2) Curar Balrus; o feiticeiro deve ter respostas.

3) Pular dentro do inferno; o irmão de Kika ainda pode estar lá.

4) Sair dali e se esconder; a noite é longa e mais daqueles doidos podem surgir, melhor fugir.

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Bastet em Seg Maio 18, 2015 12:03 am

kika se defendeu como pode, no final a energia que a protegia sofreu a maior parte do impacto da arma do maldito bárbaro, o mesmo conseguiu joga-la na rua rolando ou não ela foi parar na rua.
Sem muito lamentar sobre oque aconteceu e esperando pelos próximos golpes Kika levantou-se meio zonza, mas tentava manter o foco, mesmo ofegante ela estava de pé e seguia para perto do outro companheiro de grupo, usaria uma de suas poções nele. Como ela viu o anão maluco ficar calmo e sair com a criança ela sentia-se aliviada, com aquela situação, certamente não aguentaria seus ataques.

OFF: usar poção de cura no Balru

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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Maio 18, 2015 12:18 am

A poção tinge o corpo do jovem feiticeiro de uma  cor singular, mas tão  logo ela penetra-lhe o corpo ferido as chagas se fecham, deixando apenas cicatrizes para lembra-lo de sua imprudência de jovem e que sua insensatez apenas o levaria a morte prematura, assim como a Tormenta levara seus pais.

A Tormenta não pode ser evitada, mas a imprudência sim. Ele procuraria não cometer o mesmo erro tolo novamente.

Balrus recupera 15pvs.

Tão logo despertou, Balrus se viu cercado pelos dois amigos, mas havia algo de muito errado ali: terríveis sons de terror e balburdia que tomavam o ar da cidade em que vivia.

Alguns dos anões que tentaram matá-lo estavam estendidos na rua, ensopados em seu próprio sangue e entranhas, mas as armas dos amigos estavam totalmente limpas e guardadas.

Atrás de si, a forja em que tanto trabalhara suas armas e munição estava destruída.

Aonde, aonde se encontrava o mestre? Aonde estava o irmão mais velho de Kika? Porque ele não viera correndo ao ver a fumaça? Não seria possível que estivesse dormindo num inferno daqueles, poderia?

O que fazer?


1) Tomar o rumo da casa da família With; a uma chance de que o irmão de Kika esteja ainda em casa.

2) Correr para a taberna que ele mais frequenta; ele pode estar de cara cheia.

3) Voltar a biblioteca municipal; ele pode ter ido procurar Kika lá, já que conhece os seus passatempos.

4) Correr para a guarda mais próxima; é impossível que alguém não deva estar tentando fazer alguma coisa para impedir esse caos.



Última edição por Necromancer Ignaltus em Seg Maio 18, 2015 11:49 am, editado 1 vez(es)
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Re: A NOITE ANTES DA 1º NOITE: O FIM DA BUSCA

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