CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

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CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Qui Mar 19, 2015 10:37 am

O grupo de mercenários faziam um tipo único, por mais que houvessem diferenças entre eles, ideologias e personalidade eles acabaram juntos trabalhando por um objetivo em comum, riquezas e status, porém não era apenas isso que os unia, depois de se encontrarem descobriram que todos possuíam um talento em comum, todos tinham afinidade com a magia mesmo sem terem trinado nela antes, eles nasceram daquela forma, mas diferente dos Feiticeiros, era como se dentro deles houvessem duas almas.

Durantes suas passagens pelas vilas e cidades a procura de trabalho o grupo se deparou com um mercenário solitário chamado Marvin, ele em seus devaneios causados pela bebida revelou que o Rei estava em busca de uma de suas esposas que havia sido sequestrada e prometera uma fortuna e títulos de nobreza para aquele que a trouxesse viva e intacta.

Por um momento o grupo achou arriscado, seja quem fosse que sequestrou uma das esposas do rei era alguém que não o temia, mas mesmo assim eles aceitaram, roubando o contrato do homem e seguindo viagem. Num certo ponto da jornada conseguiram informações que uma mulher com os traços da tal esposa foi vista perambulando por lá e acabou sendo levada por um Goblinoide chamado Loghar, boatos diziam que ao atacar a vila a mulher interviu e se ofereceu sair com ele se a vila não fosse atacada.

Já no pequeno vilarejo de Porkam o grupo se encontrava em uma taberna simples, era fim de tarde e aos poucos alguns aldeões começavam a parecer para saborear sua bebida do fim do dia. OO lugar era um pouco apertado sendo quase um corredor com 4 mesas dispostas do lado direito e o balcão que tomava todo o espaço do lado esquerdo de que entra ao fundo havia uma porta do lado esquerdo que dava para a cozinha e a frente uma escada que dava para um primeiro andar onde ficavam os quartos, sobre as mesas havia uma jarra de barro com água alguns copos de barro sobrepostos.

O grupo já se encontrava sentado e uma criança aparentando seus doze anos de idade estava parada a ao lado da mesa esperando o pedido do grupo. Os aldeões que adentravam o local olhavam com desconfiança, mas o receio os impediam e se aproximar, pelo menos enquanto estivessem sóbrios. O grupo permaneceu em silencio por um tempo, pediram uma refeição básica para aquela noite e uma jarra de hidromel para uma noite de sono agradável havia muito o que investigar sobre Loghar e sobre o paradeiro da noiva do rei.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Heilel em Qui Mar 19, 2015 2:03 pm

Alistair terminava sua refeição, tinha fome e comera tão ou mais rápido que os demais, no fim virou o restante de hidromel goela abaixo e deixou-se relaxar na cadeira, satisfeito com o que havia sido seu desjejum - a viagem foi longa e faminta. O capuz negro do manto que vestia ocultava a metade superior do rosto, muito embora não tivesse nada a esconder além de uma face marcada pelo passado e feições que seus companheiros já conheciam, no entanto aquilo semeava um clima de apreensão entre desconhecidos, "Por que ele esconde o rosto?", "Será um ladrão?", "Deve estar a serviço do rei", "Escória", em suas peregrinações ouvira todo o tipo de coisa, geralmente segredada d'uma pessoa a outra, mas o mercenário não se importava, dissessem o que dissesem no máximo se limitaria a rir em escárnio.

- Vou dar uma volta, ver o que descubro. - Dissera aos da mesa, levantando-se preguiçosamente e indo em direção à saída da corriqueira taverna. O crepúsculo era geralmente o período do dia reservado às preces para o seu deus estranho, não conseguia recordar a última vez que havia atrasado ou faltado com o compromisso à fé cega que nutria, o local mais apropriado seria aqueles de clima fúnebre, onde a morte espreitava e podia ser sentida, ouvir a "canção dos mortos" fora um de seus primeiros ensinamentos, não teria dificuldades em encontrar o cemitério local, se houvesse algum.

Ainda questionava se valia a pena lançar-se à procura daquela mulher, a tal noiva, poderia estar fazendo dinheiro cumprindo contratos sólidos, bancar o "caçador de recompensas" levara muitos à miséria, não queria ser mais um. O grupo possuía pistas para motivá-lo, todavia a procura estava longe de terminar, muito sangue, suor e dinheiro ainda seriam gastos.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Bastet em Qui Mar 19, 2015 4:43 pm

Aislin já não aguentava mais caminhar, sempre foi acostumada a andar em carruagens, só que aqueles dias de gloria se foram, o que restou foi tentar reaver sua honra e status. Só Wee Jas sabia naquele momento o quanto suas pernas doíam, depois de muito andar com aquele bando e as diversas informações sobre a tal noivinha do rei, um assunto descoberto sem querer graças a um bêbado.

No final seguindo pistas sobre a meretriz real, até parar em um pequeno vilarejo miserável chamado Porkam, Aislin por sua vez não acreditava que um Goblin tenha sequestrado uma das amantes do rei. Isso nem lhe passava pela cabeça, mas como tudo era possível depois que encontrou outros igual a ela com um dom especial, muita coisa naquela vida tinha de ser questionada. Na Taverna se manteve sentada num canto como de costume, não gostou do lugar no momento em que colocou os pés no recinto, era muito pequeno e sujo, não dando importância a criança ou as pessoas que começaram a aparecer, como já estava anoitecendo e não tinha lugar melhor para descansar certamente passaria a noite naquela espelunca. Aislin começou a prestar atenção na conversa alheia tentando escutar alguma informação de valor. No momento somente tomava água, não estava a fim de beber, sentia saudades do vinho elfico de sua casa.


Última edição por Izanami em Qui Mar 19, 2015 4:59 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Thiago Ferris em Qui Mar 19, 2015 4:59 pm

Esta era o tipo de aventura que Eden gostava de participar........ Salvar pessoas........... havia algo de heróico em ajudar o próximo ( mesmo que em troca de recompensas).
Seu grupo era estranho ( como todos os grupos de aventureiros), mas ele ainda tentava entender como pessoas tão diferentes mas com dons tão parecidos poderiam se reunir assim.
Eden gostava de tavernas, era um lugar onde poderia aprender mais sobre o mundo, falar com pessoas, ouvir histórias e contar as suas........ nada como uma boa noite de papo para atualizar seus conhecimentos.
Olhou em volta procurando alguma mesa ou grupo que lhe interessa-se, quanto mais exóticos os personagens mais interessante seria ( e talvez poderia descobrir algo sobre o ocorrido).
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Mar 19, 2015 10:35 pm

Aislin era uma soldada difícil, mas as vezes deixava transparecer os gostos afetados de sua ex-classe. Aquilo não lhe pertencia mais.

Já Eden estava motivado, transparecia-lhe pelos poros.

Altair era um pragmatista, sentou-se e empurrou comida adentro de si; será que ao menos mastigava, ou apenas engolia aos bocadões que podia deglutir com a própria mandíbula?, refletiu Kss.

O alquimista sentou-se, olhou para a comida e comeu calado. Uma simples refeição e depois ia para o quarto cuidar do que julgava de importância maior.

Enquanto se alimentava comedidamente, assistiu calado a saída de Alistair para farejar a presa a que se  propunham. Kss não acreditara em momento algum no sequestro, mas esperaria para saber mais.

Alastair era um homem que poderia fazer pessoas falarem, mas esperava que não atraísse balburdia no processo, pelo menos não até que se aprontasse.

Kss separou-se dos demais para um quarto da estalagem, cedendo uma moeda de prata por um pouco de privacidade. E, após apoiar uma cadeira na porta, começou a preparar o seu armamento.

Ele ainda tinha alguns frascos de ácido, mas estava vazio de fogo alquímico.

Então, verificando da mochila um litro de óleo e outro de álcool, escolheu carregar cinco frascos com álcool, uma vez que ácido com álcool forte igniza-se; uma ataque ácido e após um de álcool.

Assim era uma estratégia melhor. Não pensava em usar pavios falháveis. A última coisa que o grupo precisava era do alquímico explodindo no meio deles - Amargas lembranças de quando herdou o apelido Vaga-lume.

Ele colocou dois frascos dentro de cada bota e mais dois em cada bolso. Precisa de um cinto ou bandoleira adequada para carregar a sua munição. Isso viria com dinheiro.

Como diziam os goblins: Não há nada que uma pilhagem não reponha.

Ele terminou e olhou para a possibilidade de preparar algum extrato; não, seria melhor deixar para quando realmente o grupo precisasse.

O estudioso armou o resto de suas armas, deixando o desnecessário e saiu do quarto, trancando-o. Logo olhando ao redor para ver se os outros estavam longe no tempo em que se afastara.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Sab Mar 21, 2015 6:25 pm

Kss deixou o restante do grupo e se isolou em um quarto da taverna, era apenas um processo rotineiro para verificar seus equipamentos, -or ser um alquimista, algo raro, sempre carregava substâncias perigosas e precisava tomar cuidando com cada frasco que levava consigo., spós terminar desceu as escadas e percebeu que Aislin e Eden permaneciam sentados enquanto Alastair deixara a taberna para tentar encontrar alguma pista.

Enquanto isso Eden e Aislin permaneciam dentro da taverna depois da saída de Alistair, Eden ficava admirando as pessoas enquanto comia e procurava algo que chamasse sua atenção, mas de todos que estavam ali seu grupo era o único anormal e estranho e notou alguns homens no bar olharem de cara amarrada para ele provavelmente se incomodando com os olhares do Ranger

Aislin parecia mais preocupada em ouvir o que acontecia na taberna, mas até sua intuição já sabia o que ouviria, resmungo e sussurros sobre a presença deles ali, ela olhou na direção dos homens que olhavam para Eden com cara de poucos amigos eles falavam entre si, do pouco que a ladina conseguiu entender foi xingamentos e palavras hostis. Então a garotinha que havia recebido o pedidos do grupo se aproximou da mulher e puxou o couro de sua armadura fazendo-a olhar pra ela.

-Vocês estão aqui para nos ajudar? A garota pergunta com um tom de voz serio bem longe d uma inocente criança.

Alistair deixou a taverna, ouviu o piar d um coruja sobre sua cabeça, normalmente em alguns lugares era sinal de mal pressagio, mas naquele caso era apenas o animal que sempre acompanhava o Eden, o sol se punha lentamente e um senhor de meia idade caminha com dificuldade com uma tocha na mão acendendo outras tochas que encontrava no meio do caminho para iluminar as áreas externas das casas, o homem parou numa casa a frente acendei uma pequena fogueira e olhou para Alistair permanecendo parado.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sab Mar 21, 2015 7:50 pm

Kss não gostava dos olhares que Eden recebia, as vezes a sua aura bem humorada não condizia com os ambientes em que se encontravam. Não que houvesse algo de errado em se manter animado.

Notando a pequena guria de antes ir até Aislin, o alquimista aproximou-se para ouvir do que se tratava.

Seria provável que o ataque goblinoide ao vilarejo de Porkham na verdade nunca tivesse terminado, pensou. Por um lado os goblinoides poderiam ter se distraído com a possibilidade de receberem um resgate, mas eram criaturas de necessidades imediatas e maioria não era de confiança. Na verdade, eles não tinham nenhum motivo para deixar o lugar em paz, concluiu o estudioso percebendo a falha deles.

Essa noite não deveria acabar bem, concluiu pensando em formações que o grupo poderia adotar contra um avanço de goblinoides: uns eram criminosos, outros bárbaros, mas haviam aqueles que eram pouco mais do que animais. De qual tipo seriam estes, imaginava.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Heilel em Sab Mar 21, 2015 8:56 pm

Alistair se aproxima do senhor, assoviando despreocupadamente uma canção pertubadora que havia aprendido de seu pai em dias que gostaria de esquecer. Toma um lugar ao lado da modesta fogueira recém-acesa, onde passa a aquecer as mãos pálidas.

- Está um pouco frio aqui fora. - Comenta o mercenário, abrindo um sorriso cortês ao idoso. Espera que o silêncio se estenda por alguns momentos, e então resolve averiguar o que o velhinho poderia saber a respeito dos goblinoides que atacaram Porkam e carregaram a mulher. - Procuro um sujeito, de nome Loghar. - Explica sem rodeios.- Ou qualquer coisa que se assemelhe a um goblin.

OFF:
Já vou adiantar uma rolagem de Diplomacia/Obter Informação, caso não seja necessária ignore.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Bastet em Dom Mar 22, 2015 6:28 pm

Aislin não entendia a atitude de Eden, não que se importasse com o rapaz, sua atitude era estranha sair assim chamando atenção não somente para ele e sim o grupo ao qual ele pertencia, em sua tentativa de escutar algo de útil em meio a multidão, o que ouviu, foi só palavras hostis, em meio a vontade de sair do lugar a garotinha voltava a incomoda-la puxando parte de sua roupa. Aislin olhou de forma neutra para a garota a escutou e deu sua opinião querendo saber sobre o que a criança falava, e a respondia de forma cordial afinal era apenas uma garotinha -Ajudar no que minha criança? Alguém lhe fez alguma maldade aqui ou te ameaçou?
a moça ficou na espera, do que a garota tinha para lhe responder assim como dava uma olhada para o grupo que os xingava, pronta para uma briga, mesmo não sendo de sua vontade de lutar ali.

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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Ter Mar 24, 2015 10:29 am

Eden continuava a terminar de comer enquanto Aislin e Kss escutavam a garotinha, ela olhou para o alquimista e franziu o cenho estranhando os trajes do homem, afastou-se dele e se aproximou mais da ladra que tentou ser o mais cordial que podia, ela não era o melhor exemplo de uma mulher maternal.

Aislin escreveu:-Ajudar no que minha criança? Alguém lhe fez alguma maldade aqui ou te ameaçou?

A menina olhou em volta e se aproximou do ouvido de Aislin cochichando .

-Um goblin mal ataca nossa vila, papai me esconde no sótão e diz para eu não sai, mas uma vez eu sai e vi eles matando as pessoas.

A criança não terminou de falar, um dos homens que encaravam o grupo se aproximou puxando a menina para longe de Aislin, o taverneiro pegou a filha e a mandou para a cozinha enquanto os 4 homens se aproximavam da mesa do grupo, eles eram fortes provavelmente trabalhavam com peso, porém Aislin sabia que não eram combatentes e ela não desejava começar uma briga naquele momento.

-O que vocês vieram fazer aqui? Escondendo o rosto, usando roupas estranhas, nos encarando. Seja lá o que pretendem fazer é melhor irem embora.

Enquanto isso do lado de fora Alistair conversa com um senhor que acendia as tochas da vila, o homem deu um paço para trás como precaução quando o guerreiro se aproximou.

Alistair escreveu:-Está um pouco frio aqui fora.Procuro um sujeito, de nome Loghar. Ou qualquer coisa que se assemelhe a um goblin.

Curto e direto e tentando ser menos suspeito do que já é Alistair não era do tipo que ficava enrolando para conseguir informações, isso poderia ser bom ou ruim, dependendo da situação a demonstração e confiança nem sempre trás boas energias.

-Malditos goblinoides-Começou a falar o velho com um tom de indignação na voz. - Nos atormentam, saqueiam nossos suprimentos, matam e levam nossa s mulheres como se fossem donos do lugar. –O velho joga a a tocha no chão- Não existem homens nessa cidade-Ele grita no meio da rua- São malditos fazendeiros covardes...-O homem faz uma pausa para respirar- Esse Loghar que voce procura é um sádico, um monstro maldito que reside naquele monte- O velho aponta para uma elevação rochosa –O que veio fazer aqui estranho?


Última edição por Thi em Ter Mar 24, 2015 11:26 am, editado 1 vez(es)
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Thiago Ferris em Ter Mar 24, 2015 11:24 am

Eden levanta da cadeira tentando ser o menos hostil o possível e ergue os braços com um sorriso no rosto:
- Boa Noite senhor, estamos apenas de passagem e apreciando uma refeição antes de dormirmos. Nossa intenção aqui não é de fazer nenhum mal e nem queremos parecer rudis.

Ele olha pelo canto do olho para seus outros colegas, não sabe se é o momento de sairem ou se preferem tentar reverter a situação para conseguir informações.

-Se puderem nos desculpar gostaria de saber um pouco sobre esse último ataque de góblinoides que parece ter ocorrido na cidade ( off: teste de diplomacia ?).
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Ter Mar 24, 2015 12:20 pm

Kss não gostou da atitude do sujeito temeroso, e já inciava uma interposição nada amistosa, mas Eden o deteve com seu pensamento rápido e sua atitude cordial costumeira. Ele era o relações diplomáticas em pessoa, embora sem treino; Kss só poderia por mais lenha na fogueira. Após deixar Eden falar, acrescentou:

- Somos mercenários seguindo a pista de uma garota desaparecida. E esses seus tais goblins parecem ser a melhor indicação até agora.

- Então, acho que podemos ficar a espera deles, aqui mesmo, nessa mesa, ou você vai nos diz aonde encontra-los.
Afirmou olhando sério e sem emoção.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Bastet em Ter Mar 24, 2015 1:45 pm

Aislin não estava nós seus melhores dias, viu a garota se afastar de seu companheiro com roupas estranhas, ela por sua vez aproximou-se da garotinha a fim de saber oque a criança queria de uma vez por todas, para depois ter seu momento de paz. A Garota comentava em seu ouvido algo sobre ataques de goblins, Aislin pensava que, por equivoco quem sabe o grupo seguia mais uma pista falsa, quando pensou em responder a criança viu a mesma sendo afastada de forma brusca por um dos ali presentes na taverna, não contente com a atitude daqueles plebeus ignorantes, prestou-se a observá-los, pela aparência corpulenta  o grupo se achava no direito de fazer oque achasse melhor.

Não gostando da atitude deles tanto para a criança, quanto em sua abordagem, ela nem ligou para os dois metidos a diplomatas do grupo, aproveitou que os plebeus estavam vindo em sua direção, pegando seu grimório e com algumas palavras arcanas num efeito sutil tinha como alvo o grupo de plebeus irritantes, queria que boa parte deles caíssem num sono profundo na taverna, não estava afim de machuca-los não naquele momento, pois estava cansada demais para uma luta.

Quando terminou de conjurar sua magia, sentada em seu lugar falava a ambos de seu grupo-Tsc...Não quero falar com esse tipo de gentinha... Logo para o taverneiro apenas pediu a chave de um bom quarto, chegou a perguntar o nome da filha do velho, não que isso importasse para ela, foi movida pela curiosidade e no momento só queria descansar. Novamente para ambos do seu grupo -Vou tomar um bom banho relaxante e descansar amanhã ajudo vocês na busca de mais informações...Sabemos até o momento que são somente goblins, e quem sabe vocês não tenham a sorte de conhece-los hoje caso eles aparecem em mais um de seus ataques...

OFF: Conjurar a magia Sono nos vagabundos irritantes que tentaram me incomodar no meu dialogo com a Criança

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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Heilel em Qua Mar 25, 2015 11:20 am

- É como parece, meu bom homem. Sou um caçador de coisinhas feias, você diz onde elas estão e eu as mato sem que fique me devendo algo, é assim que tudo funciona. - Alistair afastou-se da fogueira, sentia-se mais aquecido e agora um tanto mais motivado com as novas informações passadas pelo velho, que do ponto de vista do mercenário se provava um homem amargurado, indignado. Reconhecer que algo estava errado era o primeiro passo para a melhora.

Seria dali em diante uma questão de tempo até que o peso fosse retirado de cima das costas enrugadas do ancião, as espadas de Alistair logo dariam cabo daquelas criaturinhas, livrando Porkam de sua opressão. No entanto aquelas pessoas eram fracas, mesmo que ele os livrasse de seus problemas, futuramente surgiriam novos, mais goblins - ou quiçá coisas piores - viriam assolá-los, de nada valia toda a ajuda do mundo se aquelas pessoas não aprendessem a lutar e vencer por conta própria. "Mas isso não é problema meu", concluiu Alistair enquanto caminhava para longe.

- Amanhã pela manhã partirei com os outros em direção às montanhas. - Diria de costas ao velho, dando fim ao assunto. A seguir cumpriria com suas obrigações de clérigo, buscando um local apropriado para fazer suas preces a Nerull.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Qua Mar 25, 2015 3:03 pm

Kss e Eden tentam conseguir informações e impedir uma possível briga dentro da taverna mas os homens não aprecem dar ouvidos, um deles estrala os dedos e parecem preparados para um combate mesmo sabendo que vocês estão armados e parecem obviamente bem treinados, mas antes que qualquer briga iniciasse Aislin com sua impaciência lança uma magia de sono sobre os homens quase afetando Eden junto, mas apenas dois deles são afetados pela magia um tomba no chão e outro cai sobre uma das mesas fazendo virar e derrubar uma jarra e alguns copos de barro fazendo-os quebrar quando atingem o chão, confiando que sua magia seria eficaz Aislin se dirige na direção do balcão pedindo uma quarto para o taberneiro que olha para os homens e para Aislin sem saber o que fazer.

A atitude da mulher deixa o um dos homens enfurecido que avança em Aislin quando ela passa lhe desferindo um soco no rosto, nem ela nem seus companheiros de gruo esperavam por isso, o soco não foi tão forte, mas forte o suficiente para fazer seu rosto doer. La fora Alistair terminava sua breve conversa com o idoso, nem sequer deu tempo do ancião responder algo quando ouve o barulho de coisas quebrando e um grito de criança, rapidamente o guerreiro e o velho entram na taverna no instante que o plebeu socava o rosto da sua irmã.

Temendo o pior o velho passou na frente de Alistair e ficou entre Aislin e o seu agressor, o velho tocou o peito do homem e murmurou algo fazendo tanto ele quanto os outros desaparecerem num pistar de olhos.-Essas pessoas vieram nos ajudar e são recebidas com atos de agressão? O velho se aproximou de Aislin tocando seu rosto e fazendo a dor passar.-Loghar nos faz de seu divertimento durante anos e agora temos finamente uma chance de faze-lo pagar por tudo, eu espero que esses jovens sejam tratados com o respeito que merecem.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui Mar 26, 2015 12:39 am

Ansioso, o alquimista guerreiro envia as mãos nos bolsos a procura de seus perigosos frascos para intimidar os debeis inimigos, mas um idoso leva a todos os alvos embora.

Impressionado com os aparentes dons divinos do ancião, Kss dirigi-lhe a palavra curioso, é a hora de recolher os dados que precisava para formular suas estratégias de batalha.

- Se tu és tão habilidoso, por que não fizeste algo contra os goblinoides? Por acaso não há mais homens como aqueles quatro que tu dispensaste?

- Alias, aproveitando que estás a nos auxiliar, por que não nos dá os detalhes dos goblins que os vem atormentando?


Em sua mente, Kss já pensava em recrutar o homem que atacara sua colega, alguém de sangue quente quando equipado e apoiado por um ou dois extratos poderia ser muito útil como distração.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Dom Mar 29, 2015 2:28 am, editado 1 vez(es)
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Thiago Ferris em Sex Mar 27, 2015 10:43 am

-Muito obrigado senhor. Não queremos problema, apenas ajudar. Se puder nos dar alguma informação sobre os ataques a vila e o tal rapito, poderemos fazer algo quanto antes.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Bastet em Sex Mar 27, 2015 11:48 am

Já era mais que suficiente a magia sono que Aislin havia lançado naqueles plebeu, foi assim que ela pensou, havia calculado errado o efeito de sua magia. Percebeu isso quando foi pega de surpresa levando um soco no rosto, teria matado seu agressor ali na frente de todos sem nenhuma dificuldade, com a interversão de um velho que os teleportou, no final não teve como ela mata-los.
-Tsc... colocando a mão no rosto visivelmente com raiva ela se manteve calada não tinha mais o que fazer só esperou a chave do quarto assim que  o taverneiro a entregasse ela subiria para descansar.

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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Heilel em Sex Mar 27, 2015 2:44 pm

Alistair cruzou os braços enquanto ponderava sobre a situação na taverna, os aldeões em pouco seriam necessários agora que ele possuía a localização dos goblins, e ninguém daria falta deles caso sofressem um "pequeno acidente", então por que não matá-los ali mesmo? Os bastardos agrediram sua irmã!

Porém nada disse o mercenário, manteve a boca fechada, moldada em um sorriso de escárnio, ouvia atentamente o que os outros conversavam, Eden e Kss talvez o impedissem se tentasse algo contra aquelas pessoas, no entanto achava que a Aislin agradaria a ideia.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Seg Mar 30, 2015 12:25 pm

Cada um do grupo de mercenário possui uma atitude diferente, Aislin se frustra tanto por não ter podido reagir após um velhote fazer o seu agressor e seus companheiros desaparecerem. Ninguém do seu grupo lhe prestou assistência nem mesmo seu irmão que apenas permaneceu em pé olhando a cena com o s braços cruzados.

O ancião olha para todos no estabelecimento e faz um sinal de mão, todos acabam deixando o lugar ficando apenas o velho e o grupo. Ele se senta numa cadeira e espera que o grupo faça o mesmo contudo não espera tal reação e começa a falar.
-Eu não sou nada disso, só tenho alguns truques simples com usos mínimos, só uso em casos de urgência como o de agora. Não possuo poderes nem condição física suficiente para enfrentar uma horda de goblinoides e estes homens metidos a importantes não são capazes de nada, e nunca será enquanto acharem que são homens suficientes para bater em uma mulher.
-Ele pega a jarra de água sobre a mesa e enche o copo tomando tudo de uma vez antes de continuar a falar.

-Vocês podem encontrar Lohgahr e seu bando em algum lugar nas montanhas ao leste daqui, como já falei para o amigo de vocês. Ele aponta pra Alistair.-Eu não tenho como recompensar vocês, mas agradeço muito por estarem aqui seja lá por qual motivo for. Pedirei as pessoas que não os incomodem e podem permanecer aqui na cidade por minha conta.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Mar 30, 2015 5:50 pm

Kss meneia c abeça em concordância, embora não tivesse descartado a ideia de um auxiliar na batalha. Ele acrescenta:

- Senhor, de quantos goblinoides estamos falando aqui?
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Bastet em Ter Mar 31, 2015 7:16 pm

Aislin, ficou a esperar o taverneiro lhe entregar a chave, em meio a isso ficou encorada de braços cruzados no balção escutando o velho a falar, emburrada com a situação não acreditava no velho chamar de truque uma magia que teleportou um grupo inteiro de baderneiros da taverna. Ficou a pensar sobre ajudar de graça, isso jé era demais, além de perder seu tempo com uma falsa noticia da rameira ter aparecido ali, teria que ajuda-lo de graça, com raiva nem quis se manifestar, esperou o seu grupo aceitar logo aquela baboseira e parti dali.

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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Thiago Ferris em Qua Abr 01, 2015 10:55 am

Eden estava sentado e ouvia atentamente ao que o velho falava.
às vezes sentia-se como o mais inexperiente do grupo, ficava pensando como o velho podia fazer pessoas sumirem e seus amigos não acharem estranho. Também questionava as informações que o velho passava, mas queria acreditar e com certeza estaria indo para as montanhas no dia seguinte.
- Independente da quantidade de globinóides no local acho que a melhor estratégia seria entrar e sair do acampamento deles sem sermos vistos. ( Isso não resolveria o problema da vila com as criaturas mas resolveria o nosso rapto).
-Não vejo problemas em rastrear eles, mas quanto mais rápido fizermos isso mais fácil será para mim. Com a ajuda de Strigo ( sua coruja) conseguiremos encontrar o local.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por Heilel em Qua Abr 01, 2015 12:15 pm

Assim como estava escrito na expressão de seus companheiros, o mercenário também estranhou tamanha habilidade vinda do ancião, nunca vira alguém teleportar um punhado de pessoas com tanta facilidade, mas seguiu em silêncio.

Para Alistair a aldeia não carecia de ajuda mercenária, ficou claro que com um pouco de disciplina e o equipamento adequado os homens e o velho poderiam lidar com os goblins. Isto é, se se tratasse de apenas meia duzia deles, mas suspeitava-se que seus números fossem muito maiores, essa incerteza reforçava a necessidade de resposta na pergunta de Kss. O grupo só poderia esboçar um plano quando obtivesse maiores informações, tentar antes disso seria como correr com os olhos vendados.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

Mensagem por O RPGISTA em Qua Abr 08, 2015 9:39 am

Eu não sei bem quantos são- adiantou o ancião- os malditos viam em grupos pequenos liderados por Loghar, o maior e mais forte deles, eram o suficiente para causar covardia nos homens e terror nos demais- o ancião levantou-se e tomou o ultimo gole do seu copo- Eles devem estar em quantidade considerável, eu diria cerca de 20 deles é o suficiente para vocês?

O ancião caminha entre o grupo e vai em direção a porta antes de sair ele apoia=se no vão da porta e olha por cima do ombro, uma das nossas mulheres foi raptada, minha filha, ela se chama Lilianna, provavelmente ela deve estar morta então peço um favor a vocês, se ela estiver viva tragam-a de volta pra mim, se ela estiver morta, tragam a cabeça de Loghar e o corpo da minha filha e eu vou lhes compensar com o único bem valioso que eu possuo.

O ancião deixa o local, o taberneiro finalmente entrega as chaves para ainda olhando pra vocês com desconfiança.
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Re: CAPITULO 1- A VINGANÇA DE LOGHAR

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